O horror da beleza interior

O canadiano David Cronenberg regressa à sua obsessão por corpos mutilados e hedonismos bizarros. "Crimes do Futuro", recém-estreado nas salas, são happenings num mundo pós-humano.

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O horror da beleza interior
Pedro Marta Santos 25 de novembro
A mutilação do corpo é 
o cerne da “arte” praticada pelo protagonista deste filme futurista
A mutilação do corpo é 
o cerne da “arte” praticada pelo protagonista deste filme futurista fotos d.r.

David Cronenberg é o mais importante cineasta contemporâneo, ponto. Permitam a veleidade do autoplágio (Guia Terapêutico de Cinema, Guerra e Paz, que publiquei em 2007): “Os seus filmes exploram as fronteiras do que é ser humano, transformando as maleitas do cérebro em metástases do corpo, questionando e recompondo a síntese de carne e tecnologia, mutação e libertação, levando a arte à medicina, a psiquiatria à estética, os limites da vida ao fim do cinema.”

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