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Como a arte pode entrar em diálogo com a morte

A ausência, o luto, o escape e a transformação são a matéria-prima das pinturas e esculturas de Fernão Cruz, expostas na Fundação Calouste Gulbenkian até 17 de janeiro.

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Como a arte pode entrar em diálogo com a morte
Pedro Henrique Miranda 11 de novembro de 2021 às 20:00
Pedro Pina

É um conjunto de obras que lida com "a morte e o luto como celebração", o debruçar de um jovem artista sobre a ausência através de uma "investigação matérica" entre a criação e a destruição - para o autor, componentes fundamentais do trabalho artístico. Morder o Pó, a exposição "mais importante" da curta mas promissora carreira de Fernão Cruz, está sediada na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, até 17 de janeiro, com entrada livre.

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