O uso obrigatório de máscara nas lojas até 200 metros quadrados com porta aberta para a rua é uma das condições, enquanto nos cabeleireiros e similares o atendimento é feito por marcação.
Portugal inicia hoje o primeiro "dia útil" da situação de calamidade devido à pandemia de covid-19, com a reabertura condicionada de lojas, cabeleireiros, livrarias e comércio automóvel.
O uso obrigatório de máscara nas lojas até 200 metros quadrados com porta aberta para a rua é uma das condições, enquanto nos cabeleireiros e similares o atendimento é feito por marcação.
Nos espaços fechados, a lotação máxima é de cinco pessoas por 100 metros quadrados.
As repartições de finanças e conservatórias também abrem, entre outros serviços públicos, com atendimento por marcação prévia e uso obrigatório de máscara.
Também hoje vão reabrir as bibliotecas e passará a existir a possibilidade de prática de desportos individuais ao ar livre.
As livrarias de rua, independentemente da sua área, podem também abrir ao público, no âmbito do regresso à atividade do comércio local, assim como jardins e espaços exteriores de museus, palácios e monumentos.
Passa também a ser possível a presença de familiares em funerais.
O uso de máscaras ou viseiras em transportes públicos e em supermercados é obrigatório desde domingo, uma medida de proteção que se estende também a estabelecimentos de ensino e creches, quando reabrirem, para funcionários docentes e não docentes e alunos maiores de 6 anos.
Após 45 dias consecutivos em estado de emergência, desde 19 de março, e face ao abrandamento de novos casos, Portugal encontra-se agora em situação de calamidade, numa altura em que o país contabiliza 1.043 mortes associadas à covid-19 em mais de 25 mil casos confirmados de infeção.
A nível global, a pandemia provocou mais de 245 mil mortos e infetou mais de 3,4 milhões de pessoas, desde que o novo coronavírus foi detetado em dezembro, na China.
Covid-19: Comércio local, cabeleireiros e livrarias abrem portas
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Os momentos mais perigosos da História não são aqueles em que tudo colapsa, mas aqueles em que todos fingem que nada está a mudar. Em 1026, ninguém previa a avalanche de transformações que se seguiria.