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NOW e Medialivre distinguidos na primeira edição dos prémios +Media Leaders

CM 01 de julho de 2026 às 23:16

Canal foi distinguido na categoria Media Challenger e a Medialivre como empresa do ano. Carlos Rodrigues, diretor-geral editorial, e Luís Santana, CEO da Medialivre, receberam os prémios.

O canal NOW e a Medialivre foram distinguidos na primeira edição dos prémios +Media Leaders, iniciativa editorial do ‘Eco’ e do +M. A cerimónia aconteceu, esta quarta-feira, na redação do ‘Eco’, em Lisboa, e contou com a presença do ministro da Presidência, Leitão Amaro, que detém a pasta dos media. O NOW foi distinguido na categoria Media Challenger pela sua afirmação competitiva, crescimento e dinâmica de expansão, enquanto a Medialivre (que detém CM, CMTV e NOW) recebeu o prémio de Media Company (empresa do ano). “O NOW surgiu num momento crucial da nossa empresa. Todos os dias recebia maus augúrios de muita gente a dizer que não seríamos capazes de fazer, que tínhamos um enorme competidor que era a CNN e que ia ser a destruição da empresa. Mas nós encarámos tudo isso como um enorme desafio e conseguimos triunfar”, afirmou Carlos Rodrigues, diretor-geral editorial. Já sobre o prémio à Medialivre, Luís Santana, CEO da empresa, elogiou o trabalho que é feito por todos dentro do grupo e afirmou que “a comunicação social tem futuro, se for feita com competência, com rigor e com os pés bem assentes na terra”. Os restantes prémios foram entregues a José Eduardo Moniz (Media Legacy Award), Francisco Pedro Balsemão (Media Business Man) e ao Podcast Plus, do ‘Observador’ (Media Innovation and Growth).

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Luís Santana recebeu o prémio da Medialivre como empresa do ano
Foto: Sérgio Lemos
Carlos Rodrigues com o galardão do canal NOW
Foto: Sérgio Lemos

No discurso de abertura, Leitão Amaro falou de “sustentabilidade e liberdade”, garantiu que nunca colocará dinheiro público “em projetos que se recusam a transformar-se”, falou das “leis da publicidade que amarram a comunicação social”, de distribuição, reconheceu que “provavelmente o futuro é digital” mas que “aceder a comunicação social com qualidade nunca poderá ser gratuito”. “Isso é perverso”, afirmou.

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