Cabaz alimentar desce 25 cêntimos para 256,46 euros
Segundo a Deco Proteste, há um ano, era possível comprar exatamente os mesmos produtos por menos 10,67 euros (menos 4,34%).
O cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais monitorizado pela Deco Proteste desceu 0,25 euros na última semana, para 256,46 euros, após ter subido 3,08 euros na semana anterior, informou esta quarta-feira a associação do consumidor.
"O cabaz alimentar monitorizado pela Deco Proteste, organização de defesa do consumidor, custa esta semana 256,46 euros, o que representa uma descida de 25 cêntimos face à semana anterior", referiu a organização em comunicado
A cesta alimentar inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe.
Entre outros, são considerados produtos como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.
Entre 8 e 15 de julho, os flocos de cereais registaram um aumento de 13%, para 2,76 euros, a massa esparguete subiu 10%, para 1,17 euros, e o arroz agulha registou um acréscimo de 6%, para 1,64 euros, os produtos com maiores aumentos de preço.
No início do ano, para comprar o mesmo cabaz composto por 63 produtos, os consumidores gastavam menos 14,64 euros (menos 6,05%).
Segundo a Deco Proteste, há um ano, era possível comprar exatamente os mesmos produtos por menos 10,67 euros (menos 4,34%).
Já no início de 2022, era possível gastar menos 68,76 euros (uma diferença de 39,66%).
Em relação ao ano passado, a maior subida de preço verificou-se em produtos como a couve-coração (24% custando atualmente 1,76 euros), o bacalhau graúdo (21% custando atualmente 19,45 euros por quilograma), e o robalo (21% custando atualmente 10,30 euros por quilograma).
Desde 5 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais foram os da carne de novilho para cozer (126% para 13,13 euros por quilograma), o bacalhau graúdo (84% para 19,45 euros) e os ovos (82% para 2,07 euros).