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O que esperar dos Leopardos: força ou anarquia?

É uma seleção com experiência, a jogar à defesa e "de grande impacto físico", aponta o treinador Luís Norton de Matos. Já o antigo guarda-redes Beto destaca que há sempre "anarquia" nas equipas africanas. Um retrato do Congo, o primeiro adversário de Portugal no Mundial 2026.

Portugal rebatiza esta quarta-feira, dia 17 de junho, a República Democrática do Congo em fases finais de Mundiais, 52 anos depois da primeira participação do maior país da África subsariana (com 109 milhões de habitantes). O surto de ébola ameaçou impedir esta proeza dos “Leopardos”: a 22 de maio, a Casa Branca tornou público que só permitiria a entrada da comitiva do Congo em território norte-americano se fosse cumprido um isolamento nos 21 dias imediatamente anteriores ao desembarque. A federação congolesa decidiu, então, transferir o seu quartel-general da capital, Kinshasa, para a Bélgica, mas ainda enfrentou alguns contratempos, como a proibição de realizar o particular Congo-Chile numa cidade espanhola devido a um decreto dos eleitos do próprio município.

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