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Infantino nega alegações de que a UEFA pagou para afastar uma alegada amante

Débora Calheiros Lourenço 08 de agosto de 2026 às 12:36

Na sexta-feira à noite foi noticiado que, enquanto Gianni Infantino era secretário-feral da UEFA, uma mulher recebeu uma quantia de seis dígitos depois de o suposto relacionamento ter terminado.

A UEFA confirmou que um “pagamento de rescisão” foi feito a uma funcionária que alegadamente teve um relacionamento com Gianni Infantino enquanto este era secretário-geral da organização, no entanto a FIFA já considerou as alegações “categoricamente falsas”.

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O jornal noticiou na sexta-feira à noite que a mulher recebeu uma quantia de seis dígitos depois de o suposto relacionamento com Infantino ter terminado. Entretanto a UEFA confirmou, em comunicado o pagamento, que também incluiu os custos de um mestrado, o que, segundo a entidade, estava “em conformidade” com os regulamentos vigentes na época. “Estamos cientes das alegações e podemos confirmar que um pagamento de saída foi feito ao indivíduo em questão, juntamente com o pagamento das taxas de um curso de mestrada numa escola de negócios local”, pode ler-se.

No entanto a FIFA avançou que “o presidente Gianni Infantino nega veementemente essas alegações, que são categoricamente falsas”: “Qualquer insinuação de conduta inadequada ou violação de estatutos ou regulamentos é difamatória”, referiu um porta-voz da FIFA ao The Daily Telegraph. “Nenhum funcionário da UEFA ou da FIFA jamais apresentou queixa sobre comportamento do Senho Infantino, pois nunca houve um incidente em que ele tivesse envolvido”, continuou. Gianni Infantino trabalhou na UEFA durante 16 anos e foi secretário-geral entre 2009 e 2016, antes de ser eleito presidente da FIFA.

A divulgação do alegado caso surge numa altura em que a pressão sobre Infantino, depois de o seu plano para encontrar investimento privado para administrar as competições da FIFA. O plano foi rejeitado pela UEFA – que achegou a dizer que os seus 55 membros iriam boicotar as competições da FIFA até que o plano fosse descartado em permanência - e por outras confederações continentais.

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