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Vai fazer compras na Black Friday? Esteja atento às burlas
Especialistas explicam à SÁBADO que esta altura representa uma mina de ouro para os burlões e deixam conselhos para que não fique lesado esta época festiva.
A Black Friday inaugura o início das compras para a época festiva para muita gente e o dia do ano em que as marcas oferecem descontos irresistíveis. Contudo, é nas compras online que os burlões aproveitam para lançar o isco, e o consumidor que o apanha acaba quase sempre por sair lesado.
Black Friday: descontos até 20% em artigos selecionados
AP
Medidas que as empresas devem adotar se sofrerem de brand spoofing
Apesar dos consumidores serem o alvo principal destas burlas, as empresas também acabam por ficar afetadas uma vez que os burlões se fazem passar por elas. Desta forma é importante que as marcas desenvolvam mecanismos para alertar os clientes destes perigos. A especialista da DECO aconselha as marcas a colocar no seu site uma informação a mencionar a circulação das mensagens ou emails de burla e que “não correspondem à verdade”. As newsletter também podem ser uma forma eficaz de informar os clientes de possíveis burlas. Para as marcas que sofrem do que o especialista chama de “brand spoofing”, Javier Castro aconselha ainda que devem considerar adotar uma autenticação de email que “permite definir que servidores podem enviar emails em nome da empresa e bloquear mensagens fraudulentas” e uma monitorização ativa e domain takeover, que se baseia na utilização de ferramentas “para detetar domínios fraudulentos e uso indevido do logótipo”. O que fazer quando se apercebe que caiu numa burla Segundo a especialista da DECO, depois de se aperceber que caiu numa burla deve, antes de mais, “apresentar queixa na polícia”. Este passo é importante para “as autoridades terem conhecimento para poderem prosseguir investigações” a redes de burlões que já existem ou que podem vir a ser descobertos. Apesar da queixa crime “em termos práticos para o consumidor poder não dar em nada", é importante apresentar junto da instituição bancária para acionar eventuais seguros que o consumidor terá em lugar para a sua conta bancária, de forma a tentar “reaver o pagamento junto do banco que pede a apresentação de queixa”.“Para qualquer outro passo que possa dar será obrigatório a apresentação de queixa”, afirma a especialista. Contudo a dificuldade de reaver o dinheiro perdido depende do método de pagamento escolhido, nomeadamente se for uma transferência bancária. Uma vez que não se trata de uma “situação em que se possa imputar a responsabilidade à instituição bancária”, sendo um pagamento voluntário, “para o banco conseguir reverter [o pagamento] tem de ser revertida também na conta de destino” o que nem sempre é fácil. Para além disso, o especialista da Stratesys considera fundamental recolher provas, “guardar emails, capturas de ecrã, conversas e comprovativos de pagamentos” e alterar as palavras-passe que tenha inserido “num site fraudulento” e que a tenha usado para outros serviços. Javier Castro acrescenta também que “cartões de crédito e plataformas como a Paypal oferecem proteção”, já as transferências ou criptomoedas ”tornam a recuperação quase impossível”.Artigos recomendados
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