Crítica de Cinema: Os Anjos de Charlie

Crítica de Cinema: Os Anjos de Charlie
Pedro Marta Santos 03 de dezembro de 2019

"Nem a fascinante Kristen Stewart se safa", escreve o crítico

Depois de um par de remakes bem-sucedidos - era a possível revisão pop e dançante de uma série de TV menor -, Os Anjos de Charlie regressam num reboot cuja indigência dramática e coreográfica estilhaça os propósitos feministas. A dado momento, o vilão da história, retirando uma vítima de um armário Luís XIV, critica uma personagem por esta não ter sentido de humor. É o comentário perfeito ao guião de Elizabeth Banks, que enfia às três pancadas o empoderamento das mulheres, da agente que interpreta ao clímax numa festa. A história versa uma fonte de energia potencialmente mortal, mas poderia tratar-se de pastilhas elásticas. Nem a fascinante Kristen Stewart se safa, e o único momento curioso é quando Jaclyn Smith, da série de origem, surge nas imagens do genérico final, com direito a revelação.

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