Cozinhámos com Jamie Oliver em Milão

Maria Espírito Santo 31 de maio de 2018

Ensinou a fazer molho de salada e a organizar o congelador. Em conversa, falou dos problemas do seu império e de como nunca pensou chegar a Lisboa.

Muitos gestos, correrias de uma bancada para a outra, gargalhadas, histórias de família. E, claro, um desmesurado: "Digam lá se isto não é fantástico." Ao vivo, Jamie Oliver é tudo o que prometeu no pequeno ecrã: irrequieto, extrovertido e bem -humorado. Passaram-se 20 anos desde que o britânico foi catapultado para o sucesso com o programa The Naked Chef – mas hoje, com 42 anos, só o penteado mudou: está mais curto.

Esteve de visita à EuroCucina, em Milão (uma exposição internacional de electrodomésticos), para fazer uma demonstração de cozinha ao vivo. Fez uma salada de pêra, alfaces, croûtons e mozarela e um spaghetti alle vongole (prato típico italiano de esparguete e marisco) para o público que se acotovelava para o ver de perto, em acção.

Abre o frigorífico para tirar uma gaveta do congelador. Lá dentro estão alinhados sacos de congelação de recheios diferentes. "É uma biblioteca de molhos, estufados, sopas. Se durante a semana chego já tarde a casa, venho aqui e literalmente escolho o que me apetece." Conta que cozinha em grande a partir de sexta -feira: sábado de manhã vai ao mercado comprar produtos frescos e o fim-de-semana é um festim de assados e ragus (molho rico à base de carne).

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