Comissão Europeia recua nas recomendações para reduzir consumo de energia
A UE importa a maior parte do petróleo e gás que consome, o que a torna altamente exposta a choques externos como a atual crise energética.
A UE importa a maior parte do petróleo e gás que consome, o que a torna altamente exposta a choques externos como a atual crise energética.
A medida consta de um pacote de medidas divulgado pelo executivo comunitário para fazer face à crise energética causada pela guerra na região do Médio Oriente.
O executivo vai sugerir medidas que os Estados-membros podem adotar e que têm já impacto, como recorrer a alternativas ao carro como bicicletas partilhadas, zonas sem viaturas, partilha de automóveis, mais veículos elétricos e maior incentivo à utilização de transporte público.
Em causa está uma caixa de ferramentas que Bruxelas vai divulgar para fazer face aos elevados preços da energia, incluindo apoio direcionado a consumidores e empresas.
De acordo com o estudo "Quebra de Ingressos no Acesso ao Ensino Superior em 2025/26. Diagnóstico, Evidência e Análise".
O Governo, através da Parpública, contratou a EY e o Banco Finantia para fazer avaliações independentes, mas os valores não são públicos.
A reputação não se decreta. Não se impõe com tarifas, nem se conquista com slogans. Constrói-se com previsibilidade, respeito e coerência. E quando se perde, o mundo responde com menos viagens, menos confiança, menos proximidade.
A chamada da embaixadora foi decidida pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros saudita "em resposta aos contínuos ataques com drones" lançados a partir do território iraquiano.
A entidade reguladora da energia da Tanzânia decidiu, a partir de 01 de abril, um aumento de 33% nos preços da gasolina.
A esperança de uma guerra curta no Irão deu lugar a um risco alto de choque económico. O Governo não prevê escassez de combustíveis, mas abril será ainda mais difícil nos preços e Bruxelas já planeia medidas para reduzir o consumo. Saiba como proteger o seu dinheiro dos preços-recorde do gasóleo, da subida certa das taxas Euribor e da turbulência nos investimentos.
Presidente da Comissão Europeia apela à união de todos e a um espírito de "estabilidade e resistência".
O Governo aprovou na segunda-feira a alteração temporária do regime do ISP para prolongar o alívio fiscal nos combustíveis, cujos preços têm escalado devido ao conflito no Médio Oriente.
Estes aumentos já têm em conta a portaria hoje publicada em Diário da República pelo Governo, que volta a descer o Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP).
Como consequência da guerra no Irão, o preço do gasóleo subiu cerca de 20% no Brasil nas últimas semanas.
Tamur Goudarzi Pour garantiu em Frankfurt: "Estamos prestes a apresentar a proposta e não é o momento certo para dar detalhes".
Propondo medidas para redução da procura de petróleo e para consumo mais moderado de combustíveis.