Sábado – Pense por si

O maior campo de detenção fica no deserto em El Paso, no Estado do Texas.
Bruno Faria Lopes

EUA: vida e morte nos campos de detenção de imigrantes

Desde o início de 2025 morreram 36 imigrantes após terem sido detidos pelo ICE, o braço armado da política de imigração norte-americana. Há largas dezenas de relatos de maus tratos nos campos operados por privados. É o lado menos visível da escalada promovida pela presidência de Donald Trump.

João foi abusado num colégio de padres aos 11 anos. Hoje, com 68, continua a lutar para que lhe seja feita alguma justiça
Raquel Lito

Igreja atrasa pagamento às vítimas de abusos

João é dos mais avançados no processo, mas continua no escuro: perdeu até as expectativas de receber algum dinheiro. Nunca obteve uma justificação das entidades religiosas pela demora – tudo o que sabe é pela TV –, e ainda não existe previsão para a compensação.

Luísa Oliveira

Artistas viram as costas ao Spotify

Salvador Sobral foi o primeiro português a anunciar o boicote à gigante montra digital. Outros, que já antes fizeram esse coming out, explicam as razões do abandono e assumem os prejuízos

Revista Sábado investiga negócios de Ricardo Machado, cunhado do ministro Leitão Amaro, em Angola
Carlos Rodrigues Lima

A teia de negócios do cunhado do ministro Leitão Amaro

Em quatro anos, Ricardo Leitão Machado amealhou 450 milhões em Angola. A procuradoria deste país pretende que o empresário, cunhado do ministro António Leitão Amaro, seja constituído arguido por burla qualificada devido aos negócios que realizou. Um tribunal americano deu como provado o seu envolvimento em corrupção de dois quadros da gigante General Eletric. O Millenium BCP deixou-lhe fugir 5 milhões de euros. Documentos a que a SÁBADO teve acesso revelam os contornos dos negócios, as suspeitas de falsificação no Photoshop e a mão invisível da família Dos Santos.

Homem repara telhado danificado pela tempestade Kristin em Portugal
Negócios

Governo garante que novo lay-off cobre salário a 100% até ao limite de 2.760 euros

As informações iniciais não apontavam nesse sentido, mas em comunicado o Ministério do Trabalho (MTSSS) garante que os trabalhadores afetados pela tempestade Kristin que sejam abrangidos pelo lay-off recebem o salário por inteiro até ao limite de três salários mínimos. Valores serão suportados pela Segurança Social.

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