Sábado – Pense por si

Repórter da SÁBADO abordado online para conversa sexual; encontro marcado perto do Hospital Dona Estefânia, em Lisboa
Nuno Tiago Pinto

Como a SÁBADO encontrou um pedófilo online em seis minutos

Um repórter da SÁBADO entrou em salas de conversação da Internet identificando-se como uma criança de 12 anos. Em apenas 6 minutos foi abordado por adultos para conversas sexuais. Um deles marcou um encontro à porta do Hospital Dona Estefânia, em Lisboa — e apareceu.

António José Vilela

Como funcionam as lojas secretas da Maçonaria

Na loja Mozart, o venerável Nuno Vasconcellos fazia as iniciações de maçons com uma “espada flamejante”. O ritual servia para os avisar de que não podiam trair os segredos da maçonaria.

Os Gato Fedorento divertem-se na praia, em Fátima, num estúdio e num campo de futebol
Dulce Garcia

No planeta do disparate: uma semana com os Gato Fedorento

Passam o tempo a jogar PlayStation, a dizer piadas e a fazer insinuações gay. No fim, ainda ganham dinheiro com isso. A SÁBADO acompanhou os Gato Fedorento durante vários dias — na praia, em Fátima, no estúdio e num campo de futebol.

O preço certo

José Pedro Aguiar Branco tocou num tema central: sem outras condições para o exercício dos cargos políticos será ainda mais difícil do que já é atrair pessoas de créditos firmados para a actividade política.

Utentes do Centro Social do Orvalho participam no projeto Dar Cor, coordenado pela arquiteta Lúcia Vaz Pato (à esq.)
Raquel Lito

Neuroarquitetura: quando as paredes melhoram a vida das pessoas

Um espaço branco pode ser austero, não contribuindo para o bem-estar de quem lá reside. Num lar de Orvalho (Castelo Branco), a associação Causa desenvolveu o projeto Dar Cor: os utentes pegaram em rolos e trinchas e ficaram felizes. A coordenadora e arquiteta Lúcia Vaz Pato explica à SÁBADO como se deu a transformação e o projeto em curso noutro lar.

Novos métodos para tratar a dor crónica, abordados na revista Sábado
Lucília Galha

Novas descobertas para tratar a dor

Um analgésico inspirado numa esponja do mar, que não provoca adição; terapias que regeneram e recuperam funções; usar a música para criar novos circuitos no cérebro. Há cada vez mais a perspetiva de que a dor não é só uma sensação física, também envolve as emoções - e sim, o psicólogo pode ser mais eficaz que um comprimido.

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