Apreensão de cocaína a bordo de semissubmersível é a maior de sempre em Portugal
Na embarcação seguiriam 300 fardos de cocaína, tendo os cerca de 35 sobrantes afundado, tal como o semissubmersível.
Na embarcação seguiriam 300 fardos de cocaína, tendo os cerca de 35 sobrantes afundado, tal como o semissubmersível.
A SÁBADO falou com Artur Vaz, Hugo Costeira e Roberto Uchôa sobre o aumento da quantidade de cocaína que chega a Portugal e a forma como o nosso país é usado como ponto de entrada na Europa por vários grupos internacionais.
Os dois países concordaram em fortalecer a cooperação na luta contra o tráfico de droga, principalmente depois de Portugal ter regulamentado o uso de lanchas rápidas.
De acordo com Artur Vaz tem havido um aumento muito significativo do recurso a lanchas rápidas para a recolha em alto mar de "consideráveis quantidades de cocaína".
A PJ acrescentou que o suspeito tem antecedentes por crimes de discriminação e incitamento ao ódio e à violência.
Portugal estará no epicentro de uma investigação contra rede suspeita de usar comércio de canábis medicinal para traficar substâncias ilícitas
O aumento do narcotráfico é uma tendência europeia à qual Portugal não escapa, mas os níveis de violência estão ainda longe dos registados no resto da União Europeia.
Homem de 43 anos foi detido em 2023 e aguardava a extradição em prisão preventiva. É suspeito de distribuir grandes quantidades de cocaína e metanfetaminas.
Nem a Polícia Judiciária, nem a Força Aérea, nem órgãos de polícia criminal como a GNR e a PSP, ou a própria Autoridade Tributária e Aduaneira, bem como o SEF, têm sido notas de rodapé na investigação do tráfico de droga.
Estão a ser julgados portugueses acusados de traficar cocaína, avaliada em mais de 24 milhões de euros. A Polícia Judiciária investigou durante um ano esquema de estupefacientes vindos do Brasil.
Antigo inspetor da PJ foi condenado a seis anos de prisão por adesão a associação criminosa e o seu colega Ricardo Macedo foi absolvido de todos os crimes. Processo Operação Aquiles juntou 27 arguidos.
A Polícia Judiciária esteve quase dois anos à espera que um grupo de empresários e pescadores fizesse um transporte de droga. Os suspeitos falharam várias ações e até tiveram de afundar um barco – foram salvos pela Força Aérea - para disfarçar uma ação mal feita que os colocou sob pressão de narcotraficantes espanhóis, colombianos, marroquinos e sérvios. No fim, o suspeito nº1 português não foi detido.
A operação permitiu ainda o arresto de várias contas bancárias, cujos saldos ainda não se encontram totalmente contabilizados.
A detida, de 69 anos, foi submetida a interrogatório judicial, tendo-lhe sido aplicada a medida de prisão preventiva.
A Polícia Judiciária enviou para o Ministério Público, com pedido de acusação, a investigação que levou ao desmantelamento de uma rede internacional de tráfico de cocaína.
INFARMED alertou para desaparecimento de 430 embalagens da droga que matou Prince.