ONU insta junta na Guiné-Bissau a acabar com detenções arbitrárias e a libertar detidos
Seis opositores políticos detidos desde o golpe de Estado militar de 26 de novembro foram libertados na terça-feira. ONU diz que "é preciso fazer mais".
Seis opositores políticos detidos desde o golpe de Estado militar de 26 de novembro foram libertados na terça-feira. ONU diz que "é preciso fazer mais".
Tito Gomes Fernandes está indiciado pela prática de crimes de "contrabando e branqueamento de capitais".
Em causa está o golpe de estado ocorrido a 26 de novembro de 2025.
O alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos expressa também preocupação "com relatos de que as forças de segurança usaram força desnecessária ou desproporcional, incluindo munição real, para dispersar manifestantes pacíficos após o golpe na capital, Bissau".
Um grupo de militares anunciou na quarta-feira ter tomado o poder na Guiné-Bissau e ter destituído o Presidente, Umaro Sissoco Embaló, que viajou entretanto para o Senegal.
O Conselho, em linha com a política de “tolerância zero” da UA em relação a “mudanças inconstitucionais de governo”, classificou a revolta como “um grave atentado contra a ordem democrática e constitucional”.
O presidente, eleito em 2020, viu o seu mandato chegar ao fim: foi detido esta semana por militares que levaram a cabo um golpe de Estado.
Por determinação do Alto Comando Militar, que tomou o poder no país esta semana.
"Quando o Sissoco estava a fazer as maiores barbaridades da história, o Marcelo foi lá, o António Costa foi lá, foram branquear aquilo que ele estava a fazer", disse a ex-ministra guineense.
Militares tomaram o poder e suspenderam as eleições pouco antes da proclamação dos resultados.
Umaro Sissoco Embaló viajou para o Senegal, após golpe de Estado.
Grupo anunciou também o fim do recolher obrigatório a partir desta sexta-feira.
Militares tomaram o poder quarta-feira e suspenderam todos os meios de comunicação social, violando assim o direito à informação.
Companhia aérea estará a avaliar a situação que se vive atualmente em Bissau.
Informação está a ser veiculada nas redes sociais de meios de comunicação guineenses.
Ministério das Relações Exteriores emitiu um comunicado.