Treze distritos do continente sob aviso amarelo devido à trovoada
O aviso amarelo é o menos grave de uma escala de três e é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.
O aviso amarelo é o menos grave de uma escala de três e é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.
IPMA também prevê períodos de céu muito nublado e uma pequena descida da temperatura.
Autoridades foram mobilizadas para desobstruir as vias.
Já a partir desta segunda-feira estão previstos aguaceiros e trovoada, sobretudo durante a tarde e com maior probabilidade nas regiões do interior. Guarda, Castelo Branco, Portalegre, Évora, Beja e Faro vão estar sob aviso amarelo devido à trovoada.
Por causa do tempo quente, os distritos de Bragança, Viseu, Évora, Guarda, Faro, Vila Real, Setúbal, Santarém, Lisboa, Leiria, Beja, Castelo Branco, Coimbra e Portalegre estão hoje sob aviso amarelo.
Distritos de Bragança, Guarda, Castelo Branco e Coimbra estão sob alerta.
Será localmente forte, podendo haver queda de granizo, trovoada e vento forte.
Aviso amarelo é o menos grave entre os três.
As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 10 graus Celsius (Guarda) e os 17 (Faro) e as máximas entre os 17 graus (Guarda) e os 26 graus (Setúbal).
Evento reúne 144 'stands' com editores, livreiros e outras marcas.
Meteorologistas preveem que o vento possa ser mais forte a sul de Coimbra e nas terras altas.
Instabilidade deverá manter-se durante toda a semana.
Distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Vila Real, Bragança, Aveiro, Viseu, Guarda e Coimbra vão estar sob aviso laranja esta segunda-feira e terça-feira.
No continente, apenas o distrito de Faro (Algarve) escapa a qualquer situação meteorológica de risco.
Uma forte trovoada atingiu a costa da Croácia, esta quarta-feira, e iluminou o céu noturno com intensa atividade elétrica, acompanhada por chuva forte e rajadas de vento. As imagens registadas mostram relâmpagos sucessivos sobre o mar e zonas costeiras.
A "doença do século" também afeta os animais domésticos. Rotina, adaptações e óleos essenciais são algumas táticas a que deve recorrer para os ajudar.