Conselho Nacional do Chega propõe rejeição do pacote laboral
Na quinta-feira à tarde já o secretário-geral socialista, José Luís Carneiro, confirmou que o seu partido votará contra o pacote laboral na generalidade.
Na quinta-feira à tarde já o secretário-geral socialista, José Luís Carneiro, confirmou que o seu partido votará contra o pacote laboral na generalidade.
José Luís Carneiro reiterou o compromisso do PS "com a defesa da manutenção do IVA da restauração nos termos em que foi assumido em 2015", no valor de 13%.
Sindicato diz que estão em causa "ideias do século XIX".
Na perspetiva do secretário-geral do PS, algumas das propostas que foram sendo apresentadas pelo Governo abrem "a selva às relações laborais".
"O Governo vai levar uma proposta à Assembleia da República que já contemple as alterações sobre as quais tinha havido acordo, do meu ponto de vista, seria o caminho adequado", considerou José Luís Carneiro.
As várias comemorações de Maio podem e devem motivar debates profundos acerca do nosso quotidiano. Debates de natureza política, sem dúvida, mas também éticos e morais.
Durante a tarde desta sexta-feira, milhares de pessoas juntaram-se às comemorações do 1.º Maio, na manifestação convocada pela CGTP entre o Martim Moniz e a Alameda D. Afonso Henrique, em Lisboa. A UGT concentrou-se no Jamor.
A primeira intervenção do debate quinzenal caberá à Iniciativa Liberal, partido que tem pressionado Luís Montenegro para levar já ao parlamento a reforma da legislação laboral.
A moção foi aprovada com 92 votos a favor e 78 contra, o que preservou a sua liderança.
Ventura reiterou que o Chega "está contra esta lei laboral tal como ela está", mas "está aberto e disponível para uma negociação" e para que esta reforma seja aprovada no parlamento nas "próximas semanas ou meses".
Destas mulheres, uma em cada cinco ganhava o salário mínimo nacional, conclui um estudo elaborado pela CGTP.
Objetivo é acabar com estigma que existe contra os profissionais do mundo do sexo.
O liberalismo, como modo de vida, nunca criou raízes profundas nesta terra bruta. O português médio sempre preferiu os confortos da unanimidade — e, quando necessário, da inquisição. É isso que explica que, seis anos depois, o dr. Ventura continue a não ser pensável.
Ex-líder do Bloco de Esquerda foi contratada para "funcionária" do partido na mesma altura dos despedimentos das trabalhadoras a amamentar
Ex-trabalhadoras descrevem um ambiente de controlo, intimidação e abuso, num caso exposto por uma investigação jornalística de vários anos.
Eleições presidenciais estão marcadas para 18 de janeiro. Ventura disse esperar o voto de António Filipe na segunda volta.