Trump alerta países para cumprirem acordos tarifários apesar da decisão do Supremo Tribunal
Donald Trump adiantou que quer uma tarifa global de 15%.
Donald Trump adiantou que quer uma tarifa global de 15%.
Em causa está a "erosão orçamental sistémica e a insegurança jurídica sem precedentes no Ensino Superior".
Trump faz o que quer e a Europa é a primeira a deixar que assim seja.
"Como Presidente, não preciso de voltar ao Congresso para obter aprovação das tarifas", afirmou o líder norte-americano numa publicação nas redes sociais.
Ministro dos Negócios Estrangeiros ressalvou que o Governo defende a via da paz.
O presidente dos Estados Unidos desafiou o Supremo Tribunal e diz que novas tarifas têm efeito imediato.
Presos políticos terão recebido amnistia entre sexta-feira à noite e este sábado de manhã.
Uma aliança formal ou mesmo um entendimento sobre interesses conjunturais é, também, a forma que um estado adopta para controlar o comportamento dos seus aliados.
Os direitos aduaneiros cobrados pelas autoridades norte-americanas terão ultrapassado os 130 mil milhões de dólares em 2025.
A associação "We Pay the Tariffs" exige indemnizações por perdas económicas apesar de não seja claro como serão calculados os danos.
A Administração de Donald Trump enfrenta um novo desafio. O Supremo Tribunal dos EUA decidiu que as "tarifas recíprocas", que abalaram o comércio mundial e os mercados financeiros, são ilegais. O republicano já reagiu, depois de o tribunal ter dito que a Casa Branca "excedeu a autoridade" ao invocar uma lei federal, com poderes de emergência. O jornalista do Negócios Rui da Rocha Ferreira explica os contornos da decisão da justiça norte-americana.
A justiça americana tem estado a avaliar se a imposição de tarifas comerciais é válida à luz de uma lei de 1977 que dá ao Presidente dos EUA poderes de decisão em situações de emergência.
Banco reclamava ao antigo presidente do Benfica 160 milhões de euros pelo financiamento da Inland e da Pomovalor II.
Muitos congressistas têm enfrentado críticas nos seus círculos eleitorais pelo impacto das tarifas na atividade de empresas que dependem da importação de matérias-primas e no encarecimento de bens de consumo.
Segundo o chefe de Estado, "alguém deu a ordem" a esse oficial para colocar "substâncias psicoativas" num dos veículos oficiais com o objetivo de "impedir" o encontro em Washington.
No final de 2025 e início de 2026, o robô conversacional respondia com fotos geradas por IA às mensagens de utilizadores que lhe pediam para despir ou "colocar em biquíni" celebridades, mas também pessoas comuns, na grande maioria mulheres.