Estado já é novamente acionista da REN com 13,7% do capital
O Governo justificou a entrada no capital da REN com razões de "soberania e segurança energética".
O Governo justificou a entrada no capital da REN com razões de "soberania e segurança energética".
A operação, acordada entre a Parpública e a Pontegadea e que ainda precisa de visto do Tribunal de Contas, prevê a aquisição de 13,7%.
Três partidos diferentes, unidos por uma característica cada vez mais evidente: nenhum parece ter uma ideia particularmente séria sobre o país que quer construir
O ministro da Presidência explicou que a aquisição de participações relevantes em empresas cotadas é normalmente feita através de negociações bilaterais, com base numa média histórica da cotação e um prémio associado à influência que a participação confere.
Controlam as maiores companhias cotadas e estratégicas, como a EDP, REN e ANA. Dominam quase todos os bancos e seguradoras. Tornaram-se donos de hospitais privados e de redes de telecomunicações, gerem várias autoestradas. São chineses, angolanos, espanhóis, franceses e de muitos outros locais – onde há dinheiro para investir, o que falta por cá.
Livro reúne entrevistas a 22 figuras, da direção dos serviços secretos a Passos Coelho, João Galamba e Henrique Gomes. Investigador Tiago Luís Carvalho indica que os riscos mais extremos da presença estatal chinesa na energia são alvo de controlos eficazes, mas nota o aumento da influência de Pequim e a ausência de benefícios económicos para Portugal.
A história que levou o erário público a empenhar 360 milhões de euros na EFACEC não começa na nacionalização decidida em 2020. Envolve a família Mello, a banca, uma “princesa” angolana – e a típica gestão no Estado.
Sócrates foi o primeiro, mas suas conversas acabaram destruídas, sem deixarem de causar um sério mal estar na Polícia Judiciária, como mostram alguns documentos. Seguiu-se Passos Coelho, cujas escutas a SÁBADO revela. Até que chegou a vez de António Costa.
A SÁBADO revela as suspeitas de um caso que até já envolveu escutas telefónicas com o primeiro-ministro, António Costa. Fique a conhecer os protagonistas, as ligações perigosas e um projeto de que o Governo deixou de falar em público.
Processo visa indícios de tráfico de influências e de corrupção, entre outros crimes económico-financeiros.
Marcelo Rebelo de Sousa expressou a ambição de "exportar mais" para o mercado chinês.
Presidente da República jantou com altos dirigentes dos principais grupos chineses com investimentos em Portugal, entre os quais China Three Gorges, State Grid, Fosun ou Haitong.
A Comissão Europeia analisou em pormenor os investimentos estrangeiros na União Europeia e identificou uma tendência crescente de controlo chinês. Ao todo, o capital estrangeiro controla 3% das empresas europeias que, em conjunto, correspondem a 35% dos ativos e a 16 milhões de empregos.
O processo “Monte Branco” guarda escutas de Ricardo Salgado, Miguel Sousa Tavares, Miguel Relvas, entre outros.
O ministro dos Negócios Estrangeiros português considerou hoje que "os parceiros chineses têm sido fiáveis", dando como exemplo a Redes Energéticas Nacionais (REN), e sublinhou que Portugal "não discrimina investidores por nacionalidade".
O semanário avança, na edição deste sábado, que uma das possibilidades passaria pela compra da posição da Oman Oil na empresa.