Mel Brooks, 100 anos a rir da morte
O actor e realizador norte-americano fez 100 anos a 28 de junho. Filho de imigrantes judeus, veterano da Segunda Guerra Mundial e mestre da paródia, transformou a comédia num acto de sobrevivência.
O actor e realizador norte-americano fez 100 anos a 28 de junho. Filho de imigrantes judeus, veterano da Segunda Guerra Mundial e mestre da paródia, transformou a comédia num acto de sobrevivência.
Passam o tempo a jogar PlayStation, a dizer piadas e a fazer insinuações gay. No fim, ainda ganham dinheiro com isso. A SÁBADO acompanhou os Gato Fedorento durante vários dias — na praia, em Fátima, no estúdio e num campo de futebol.
O mais difícil dos livros ganha novas edições e recenções. Mas é também alvo de piadas infinitas numa Internet em que falar a sério é cada vez mais raro.
Isto nunca foi sobre ajudar Seguro. O medo real é que Jorge Pinto acabe atrás dos outros candidatos da extrema-esquerda. O que seria embaraçoso. O cenário torna-se ainda mais cruel quando se olha para as sondagens. Algumas colocam Jorge Pinto empatado com Manuel João Vieira.
A palavra mais pesquisada no dicionário online não tem relação direta com um acontecimento marcante.
O Ano em Palavras de 2025 oferece "uma visão plural do ano, cruzando política, diplomacia, cultura, arte, desporto, ciência, ambiente e temas sociais, compondo um retrato lexical, fotográfico e noticioso acessível".
O comediante norte-americano Jon Stewart, antigo rosto do Daily Show, abriu o programa com um ‘sketch’ satírico sobre a suspensão de Jimmy Kimmel pela ABC.
Por entre cartazes que cheiram a fresco, chegam às salas portuguesas filmes que se abrem como passagens. Para o riso, para o silêncio, para a memória, levam ao centro Uma Grande, Corajosa e Bela Viagem, a promessa da semana.
Michael Palin de 82 anos acabou por ser reconhecido pelos seus captores e libertado (mas antes teve de dar autógrafos).
Nesta insustentabilidade reina o medo e morre tudo, até a esperança de viver.
Nove séculos, 10 milhões de pessoas: o que nos distingue? Os leitores ditaram a ordem, numa votação online no site da SÁBADO. Ganhou a língua portuguesa (“a minha pátria”, para Pessoa), seguida pelo 25 de Abril, mas houve espaço para a saudade, o vinho e o bacalhau ou a trilogia Fátima, futebol e fado. Sabemos ver-nos ao espelho? Retrato em 21 imagens, uma por cada ano da SÁBADO.
Na escola, em Setúbal, desarmou os bullies pelas piadas. Nos tempos de faculdade, mudou-se para um T1 comprado pelos pais, na Graça, em Lisboa, onde fez remodelações sistemáticas – até afagou o chão. Desistiu do Design para ser ator e, entre os alvos das imitações, tem em Mário Centeno um fã. Reparte as atenções pelas filhas (Inês, de 18 anos, e Elisa, de 9), pela companheira (a atriz Beatriz Barosa), pelas viagens, pelas obras e pelos Legos.
Pioneiro, viu no humor a caixa de Pandora e abriu-a para aprender a lidar com o mundo. A celebrar 50 anos de carreira com três espetáculos em Lisboa e Porto, viaja pela sua história em entrevista.
O humorista ia ser advogado quando escreveu o sketch “Onde estavas no 25 de Abril?” para Herman José e a sua vida mudou. Betinho de Coimbra, foi vítima de bullying na escola, na Margem Sul do Tejo, e tornou-se popular com o humor e o surf.
Uma das estrelas mais cintilantes da última década só agora vai estrear-se em Portugal, no Estádio da Luz. Esta é a história de Taylor até chegar aqui. Aqui onde? Ao topo do mundo.
Quase que parece que o sucesso que o coaching profissional tem granjeado junto de privados e de organizações arrelia algumas articulações na zona dos braços. Mas se esse crescimento é uma realidade, é porque para particulares e, muito em especial, para organizações, o coaching não é uma mentira, nem uma "patranha".