Luís Neves no Ministério da Administração Interna: um polícia ao serviço da República
Luís Neves não é um político. É um polícia. E essa distinção, que pode parecer semântica, constitui na verdade o ponto fulcral da sua nomeação.
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Os serviços secretos portugueses avisam que contas de governantes, diplomatas e militares estão a ser alvo de um ataque global.
Sublinhando que não é "candidato a coisa nenhuma", Passos Coelho diz-se "satisfeito" que as suas palavras sejam "um incentivo" para a mudança.
O Presidente da República ainda teve um papel na escolha do nome de Luís Neves para ministro. E os Serviços de Informação avisam para a guerra psicológica russa sobre os voluntários portugueses.
Estão nos radares dos serviços de informações portugueses canais de propaganda russo dedicados ao doxing, fenómeno de recolha e divulgação de dados confidenciais. Há 14 portugueses como alvo. Governo diz que estão mencionados dez voluntários, alguns dados como desaparecidos.
Desmantelou a ETA em Portugal, coordenou uma das maiores operações de sempre da PJ e foi defendido pela esquerda em matérias de migração.
Diretor da PJ vai substituir Maria Lúcia Amaral que se demitiu depois da onda de críticas à forma como atuou e geriu a resposta à depressão Kristin.
Miguel Rodrigues é acusado de tentativa de violação do segredo de Estado e espionagem.
Tudo começou, em fevereiro de 2025, quando a GNR comunicou à PJ uma situação que, perante os dados iniciais, ia muito além de um simples furto num quarto de hotel.
Deixava as equipas exasperadas com a lentidão de processos e a falta de paciência para jornalistas e estruturas de comando
Autoridades acreditam que extremistas foram financiados com dinheiro estrangeiro. SÁBADO revela os 10 grupos de extrema direita ativos em Portugal
PSP deteve 343 pessoas nas fronteiras áreas no ano passado, mais 86 do que em 2024.
A PSP indica que no ano passado realizou 94 operações policiais na área do Comando Metropolitano de Lisboa, que resultaram na fiscalização de 6.785 cidadãos estrangeiros.
Líder do PSG vai juntar-se ao candidato num almoço na Batalha.
Ao contrastarmos o modelo português com os gigantes da inteligência europeia emerge uma assimetria profunda.
Defendeu Bruno de Carvalho e Carvalhão Gil. Prometeu um "enxerto de porrada" a um funcionário do Estado e quer agora cinco meses para estudar o processo.