IL diz que não é novidade ver PS e PSD envolvidos em situações de ilegalidade no poder local
A líder da IL afirmou que está surpreendida e que "não fazia ideia que isto se estava a passar nestes moldes", esperando que "justiça faça o seu trabalho".
A líder da IL afirmou que está surpreendida e que "não fazia ideia que isto se estava a passar nestes moldes", esperando que "justiça faça o seu trabalho".
No debate deverá voltar a ser tema a proposta de lei do Governo de revisão das leis laborais.
Governante referia-se às conclusões de um relatório que refere que "não há um único facto que do ponto de vista de ética criminal e de ilegalidade possa ser apontada ao general".
A rede de comunicações SIRESP tem sido marcada por várias polémicas, com destaque para as falhas no combate aos incêndios de 2017, assim como durante o apagão de 2025 e a tempestade Kristin que afetou a região centro no fim de janeiro.
António Pombeiro contradiz versão de Luís Neves.
Luís Neves refere que "mantém absoluta confiança" em Viegas Nunes para o exercício das funções de presidente da empresa que gere o SIRESP.
General do Exército Paulo Viegas Nunes vai regressar à liderança da empresa que gere a rede SIRESP.
Em causa está a demissão do secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna (MAI), António Pombeiro.
Sobre os motivos que levaram à demissão de António Pombeiro, o MAI considerou que "compete ao próprio secretário-geral adjunto, agora demissionário, pronunciar-se sobre os mesmos, não cabendo ao Ministério da Administração Interna elencá-los ou comentá-los".
Segundo José Luís Carneiro, quando o PS saiu do Governo, em 2024, deixou concluído o relatório para garantir a transição tecnológica do SIRESP, num trabalho preparado pelo general Viegas Nunes.
Governante sublinhou que esta é uma estimativa "conservadora", feita pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, através de "um levantamento das necessidade mais prementes do país no setor dos bombeiros".
Depois de um outono e inverno especialmente chuvoso, estamos a ter, segundo o IPMA, uma das primaveras mais secas de que há registo. Com isso, a carga combustível cresceu e agora secou, aumentando significativamente o risco de incêndio. Na região Centro, tão tipicamente afetada pelos incêndios, há árvores no chão e caminhos florestais impedidos.
"Infraestruturas críticas - hospitais, centros de saúde, lares, estruturas de emergência - devem dispor de soluções autónomas de energia de emergência adequadas às suas cargas críticas específicas", pode ler-se no relatório.
António Leitão Amaro afirmou que o executivo retirou lições da falha elétrica e avançou com mudanças nos procedimentos, meios técnicos e planeamento de resposta.
Luís Neves explica que danos provocados pelas intempéries que ocorreram no país no início do ano também são um fator de risco acrescido para a propagação dos incêndios.
Este programa foi anunciado na semana passada por Luís Montenegro, na sequência das consequências das depressões que causaram 18 mortes em Portugal e muitas centenas de feridos e desalojados.