Fenprof apresenta queixa-crime contra o ministro da Educação
Será formalizada sexta-feira junto da Procuradoria-Geral da República.
Será formalizada sexta-feira junto da Procuradoria-Geral da República.
Pais e sindicatos juntaram-se ao protesto dos estudantes em Paris, França, esta terça-feira, com a central sindical CGT a convocar os trabalhadores para participarem nos protestos. As manifestações contra a falta de condições no ensino começaram na região de Paris com os alunos do ensino secundário e já se espalharam por todo o país, contando também com a participação de estudantes universitários.
Esta é a primeira reunião no âmbito desta negociação e acontece a poucas dias da entrega da proposta de Orçamento do Estado para 2027.
Manifestações estendem-se há vários dias, na sequência do chumbo de medidas de apoio à habitação pelo parlamento.
O sindicato admite que outros voos ainda programados possam ser afetados pela greve, embora alguns possam ser assegurados por aeronaves e tripulações de outras bases europeias.
A UGT realçou ainda o "combate à precariedade e promoção de emprego estável, de qualidade e com salários adequados".
Em cima da mesa vai a revisão do estatuto profissional e do sistema remuneratório e a discussão da proposta de revisão dos suplementos.
Cerca de 100 agentes da PSP, alguns vestidos de negro, e outros tantos da GNR convergiram, ao final da tarde, para a Avenida dos Aliados, numa marcha silenciosa, mas com as reivindicações expostas no cartazes que transportavam.
Para exigir ao Governo uma valorização salarial.
Fernando Alexandre acusou esta sexta-feira a Fenprof de tudo ter feito para que corresse mal o processo de classificação digital dos exames nacionais.
A saída de Pedro Portugal Gaspar foi conhecida hoje, quando se soube que aquele responsável será ouvido no parlamento no âmbito de um processo.
"Se Montenegro não aceita perguntas, boicotem as declarações", pediu o sindicato que acusa o chefe do Governo de ter tornado habitual a realização de declarações públicas sem um período posterior para questões dos jornalistas.
Em causa está o incumprimento do acordo assinado com o Governo em 2024, que aumentou em 300 euros o suplemento de risco, para valores distintos do da PJ, mas que ainda não concretizou a revisão salarial, de carreira e do sistema de avaliação.
Segundo a Fenprof só no concelho de Sintra existem 744 alunos sem escola e em Lisboa 550.
Sindicatos querem negociar com o Governo a melhoria do desenvolvimento das carreiras. Estão marcadas novas reuniões negociais nos dias 17 e 29 de setembro.
A reunião agendada para o dia 17 de setembro terá como objetivo concluir a negociação do suplemento especial para o controlo de fronteiras aeroportuárias e no dia 29 serão discutidas a reestruturação das carreiras e a organização do tempo de trabalho.