Comissão Europeia abre investigação formal à Shein por venda de produtos ilegais
Em causa estão artigos que possam configurar material de abuso sexual de menores, como bonecas com aparência infantil.
Em causa estão artigos que possam configurar material de abuso sexual de menores, como bonecas com aparência infantil.
Venda de bonecas sexuais infantis fez 20 detidos em França: o mais jovem tinha 20 anos e o mais velho 70. Enquanto uns aguardam julgamento, outros foram condenados a dois anos de prisão e obrigados a fazer tratamento psicológico.
A justiça ordenou à Shein que não restabeleça a venda de "produtos sexuais que possam caracterizar conteúdo pornográfico, sem a implementação de medidas de verificação de idade".
Testes revelam falta de segurança e a presença de substâncias químicas perigosas.
Face ao crescimento exponencial deste comércio e à concorrência desleal
Ministro do Comércio afirmou que esta ação serve para proteger os consumidores, as crianças, os adolescentes, a indústria e os comerciantes.
A Aliança do Comércio reúne grandes armazéns como as Galerias Lafayette, Printemps e BHV Marais, lojas populares e marcas de roupa e calçado como Primark, H&M e C&A.
A equipa de combate à fraude descobriu "que o AliExpress e o Joom também vendiam bonecas de pornografia infantil" e que a Wish, a Temu, o AliExpress e o eBay "vendiam armas de categoria A, como soqueiras e facões".
Medida poderá entrar em vigor já a partir do próximo ano.
Abertura da loja França gerou polémica após a venda online de bonecas sexuais parecidas com crianças.
Empresa chinesa enfrenta um processo de cancelamento da atividade no país após a descoberta de bonecas sexuais com aparência infantil e armas de categoria 'A' no seu site 'online'.
Na quarta-feira, o Governo francês iniciou um processo para suspender temporariamente a Shein no país, até a plataforma chinesa provar que o seu conteúdo está em conformidade com a lei.
O Governo francês iniciou na quarta-feira um processo para suspender temporariamente a marca no país.
A newsletter de quinta-feira
A plataforma chinesa Shein anunciou que tinha intenção de partilhar com as autoridades os dados dos compradores das bonecas sexuais infantis que estão sob investigação. Mariana Moniz, psicóloga clínica e forense, explica que nestes casos "é provável estarmos perante pessoas com alguma parafilia [perturbações sexuais]".
A inauguração da primeira loja física permanente da Shein na capital francesa atraiu grandes multidões, mas também gerou vários protestos, num momento em que o governo francês vai suspender temporariamente a plataforma da marca chinesa no país devido à polémica com bonecas sexuais infantis.