Nove organizações de ambiente defendem plano de restauro da natureza mais claro e operacional
Organizações apontam uma série de erros ou imprecisões no Plano Nacional de Restauro da Natureza (PNRN).
Organizações apontam uma série de erros ou imprecisões no Plano Nacional de Restauro da Natureza (PNRN).
Na lista de incêndios, a Quercus destacou o que deflagrou a 14 de agosto na Madeira, durante o qual arderam mais de 5 mil hectares, bem como "a semana negra de 15 a 21 de setembro, em que 128 incêndios provocaram nove vítimas mortais".
"Pela primeira vez vai ser apreciada uma ação climática, tal como tem sido julgado noutras partes do mundo, como houve recentemente na Coreia do Sul", afirmou à Lusa o advogado Ricardo Sá Fernandes, que representa as associações.
A presidência do Conselho de Ministros ainda não divulgou o comunicado da reunião de sexta-feira, onde, segundo as três organizações ambientalistas, o assunto terá sido tratado.
Este crustáceo tem um historial negro. A sua captura afeta o meio ambiente – até mata tartarugas – e há denúncias de escravatura.
A primeira ação de litigância climática em Portugal segue para o Supremo para assegurar que o Governo "cumpre os compromissos adotados na Lei de Bases do Clima".
Contudo, muito ficou para decidir em 2025, durante a próxima Conferência dos Oceanos da ONU em 2025. Falta ainda a ratificação: "Pedimos aos países que ajam com a urgência que as crises ecológica e climática exigem", apela uma aliança de ONG's.
Ainda não existirem projetos de mineração do fundo do mar em Portugal, mas a ANP|WWF e a Sciaena temem que os Açores sejam um dos locais afetados.
O projeto "Na Praia" foi obrigado a suspender as obras por ordem do tribunal de Beja. Ordem "urgente" do tribunal só chegou aos visados esta quinta-feira.
Numa avaliação feita aos países da União Europeia, Portugal é dado como um bom exemplo. Mas as ONG's Associação Zero e Sciaena alertam para a falta de responsabilidade dos produtores e para as falhas na recolha seletiva para reciclagem.
Em causa está um projeto turístico a ser construído sobre as dunas pertencentes à reserva botânica de Troia e da Reserva Natural do Estuário do Sado.
Várias organizações ambientais saudaram os compromissos discutidos na segunda edição da Conferência dos Oceanos. No entanto, são apontadas algumas faltas como a falta de apoio a uma moratória à mineração em mar profundo, o que levou a que fosse criada uma petição.
A marcha e o cordão humano vão acontecer na Praia Atlântica de Soltróia. A construção do resort vai destruir zona com "elevada importância ecológica", acusam os promotores que apontam o dedo ao Governo por dar autorização.
Líderes mundiais vão reunir-se para encontrar soluções para o problema dos oceanos. Mas os especialistas ouvidos pela SÁBADO duvidam da eficácia da Declaração de Lisboa.
A diretiva, de aplicação obrigatória em todos os Estados-membros, passa a proibir, entre outros produtos de ou com plástico, talheres, palhinhas, cotonetes, agitadores, varas de balões ou esferovites para recipientes de comida.
A crítica é de várias associações ambientalistas, que defendem que devia ser o Governo a estabelecer os valores.