IPO de Coimbra e Lisboa vão investir 16,52 milhões em equipamentos médicos e robóticos
O projeto prevê a aquisição de equipamentos médicos e sistemas cirúrgicos robóticos.
O projeto prevê a aquisição de equipamentos médicos e sistemas cirúrgicos robóticos.
A investigação pode vir ser útil para diversas doenças infecciosas para as quais ainda não há vacinas, sendo o tratamento feito com antivirais, como o VIH, o Zika e Herpes simplex e vírus hemorrágicos como o Nipah, o Marburg ou o Lassa.
Hoje sabe-se que a vacinação contra a COVID-19 permite reduzir os casos de doença grave, o número de internamentos hospitalares e o número de óbitos associados, sobretudo nas pessoas que apresentam fatores de risco para uma evolução grave da doença.
Novas variantes apresentam “tendência potencialmente crescente” e "imunidade pode ter diminuído parcialmente", aponta INSA. Internamentos estão controlados, mas podem subir no próximo mês. Ainda assim, não há registo de agravamento da doença nestas linhagens.
Segundo a geneticista Luísa Pereira, há "várias razões a contribuir para o risco elevado de pandemias". Uma delas é a "cada vez maior globalização e destruição de ambientes naturais".
Investigação assinala que o risco de emergência em populações humanas não deve ser exagerado.
Francisco George considera, no entanto, que Portugal "está bem preparado" para fazer face a problemas que possam surgir neste campo.
Causa sintomas semelhantes aos de uma gripe e constipação e causou um surto no país asiático. Virologista Celso Cunha diz que atinge os mais vulneráveis e explica se deve ou não motivar preocupações.
Ainda se desconhece a origem do coronavírus, que se estima tenha matado cerca de sete milhões de pessoas, cinco anos após a deteção do primeiro caso na cidade chinesa de Wuhan.
Os primeiros casos de covid-19 foram notificados em 31 de dezembro de 2019 a partir da China, onde então foram designados como sendo de pneumonia viral.
Apesar dos apelos à calma, vigilância e prevenção, é de temer uma vaga alarmista de que as autoridades da China, responsáveis pela ocultação da eclosão da epidemia de coronavírus em Wuhan, em Dezembro 2019, deram os primeiros sinais.
Segundo a OMS, no período de 24 de junho a 21 de julho registaram-se mais de 2.800 mortes, o que significa um aumento de 26%, respetivamente, face ao período precedente, de 27 de maio a 23 de junho.
De acordo com a OMS, a monitorização dos esgotos sugere que a circulação do SARS-CoV-2 é duas a 20 vezes superior aos números documentados.
Foram seguidos vários voluntários expostos ao vírus e divididos por grupos diferentes. Quem desenvolveu doença grave e leve teve resposta imunitária parecida: gene destacou-se nos que não sofreram doença.
Nos últimos sete dias, Portugal registou uma média diária de 390 notificações de casos positivos de covid-19.