Salman Rushdie lembrou "Oz" e Shakespeare para falar da sua escrita e vida no Porto
"A minha família tem uma piada: 'Eu nasci e, oito semanas depois, os britânicos fugiram'", disse Rushdie.
"A minha família tem uma piada: 'Eu nasci e, oito semanas depois, os britânicos fugiram'", disse Rushdie.
Questionada sobre a hipótese de os seus livros terem assustados leitores masculinos e críticos, a escritora admitiu que sim, mas afirmou que atualmente, por ser mais velha, estão menos assustados.
"Temos de deixar a nossa feminilidade, e isso é uma coisa difícil de maturar como mulher, porque a cultura clássica, de alguma forma, está contra a feminilidade", afirma a Nobel.
A primeira edição do festival vai juntar, no Porto, escritores como Olga Tokarczuk, Byung-Chul Han e László Krasznahorkai, além de autores portugueses como Gonçalo M. Tavares e Bruno Vieira Amaral.
O mês termina em guerra, mas náo entre em ansiedade: já lhe explicámos como. E também contámos quem é afinal Seguro, o novo Presidente, e quem são os autarcas do Chega que empregam família e amigos, quem é Epstein e seus cúmplices e quem marcou (para o bem e para o mal) os jogos Olímpicos de Inverno.
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Criou um jornal, entrevistou Ramalho Eanes, fez de “segurança” de Salman Rushdie, foi preso numa manifestação em Espanha, levou o seu gabinete no Rato para o sótão quando liderava um PS dividido. Largou tudo – e regressou. Em Belém, os boys ficam à porta, vai haver registo público de reuniões e Presidências Abertas “à Soares”.
László Krasznahorkai, Amitav Ghosh, Haruki Murakami e Can Xue são os candidatos preferidos segundo as casas de apostas.
O terrorismo islâmico na Europa exige acção política e policial contínua. O terrorismo da extrema-esquerda das décadas de 70 e 80 do século passado também mereceu tratamento rigoroso. Não será diferente agora
Hadi Matar, de 27 anos, foi considerado culpado de tentativa de homicídio e agressão por ter esfaqueado o escritor Salman Rushdie, cegando-lhe um olho.
O autor testemunhou no julgamento do homem que o tentou matar em agosto de 2022. Quando lhe perguntaram quantas vezes tinha sido esfaqueado, afirmou: "Eu não estava a contar".
O País vibrou com a ideia de um novo aeroporto. Mas depois, quando soube do nome, uma parte da arquibancada engoliu em seco e desatou em protestos. Luís de Camões? A sério? Mais um homem branco, colonialista e racista para envergonhar os contemporâneos?
De referências da literatura mundial a autores jovens que se revelaram, da ficção à não-ficção, o ano literário trouxe muito para ler. Estes são os cinco livros que nos ficaram na memória.
De um romance vencedor do Pulitzer de ficção a uma obra seminal de James Baldwin, passando por um novo livro do vencedor do Nobel Jon Fosse e poesia de Cesariny, são muitas as novidades literárias.
No seu universo fantástico de assinatura, o novo romance de Rushdie, "Cidade da Vitória", viaja ao passado para falar do futuro - discutindo feminismo, homossexualidade, religião, amor e poder.
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