Tratar as doenças crónicas
Em breve haverá novos medicamentos para doenças hepáticas, cardiovasculares e renais. E ainda: a escola que funciona no hospital D. Estefânia; entrevista com o ex-futebolista Kenedy
Em breve haverá novos medicamentos para doenças hepáticas, cardiovasculares e renais. E ainda: a escola que funciona no hospital D. Estefânia; entrevista com o ex-futebolista Kenedy
Várias farmacêuticas estão a desenvolver novos medicamentos análogos do GLP-1, que aumentam a capacidade para tratar a obesidade e a diabetes, mas também podem resolver doenças cardiovasculares, hepáticas e renais - que matam milhares por ano. Falta a comparticipação
O Ozempic obteve autorização de comparticipação para o "tratamento de adultos com diabetes mellitus tipo 2, insuficientemente controlada, com IMC igual ou superior a 30 kg/m2 ou risco elevado de doença cardiovascular".
As doenças cardiovasculares continuam a ser as que mais matam, mas a ciência resolve-as cada vez melhor. Fazem-se cirurgias de peito aberto sem interromper os batimentos, há miniórgãos criados em laboratório para estudar medicamentos e pensos cardíacos com potencial para regenerar este músculo. Até a insuficiência deixou de ser uma sentença – já é possível viver com um coração artificial.
A Agência dos Medicamentos americana decidiu retirar os alertas graves da terapia hormonal, que associavam a toma destes medicamentos a várias doenças, como o cancro de mama. Há muito que médicos e doentes aguardavam por esta mudança - afinal, toda a evidência científica dos últimos 20 anos vinha em sentido inverso.
De acordo com o relatório, Trump, de 79 anos, tem uma idade cardiovascular catorze anos mais jovem do que a idade cronológica.
Tiago Sá, médico especialista em sono, explicou à SÁBADO o porquê de os médicos acreditarem que a hora não deveria mudar. "O horário de inverno é o mais favorável" para o funcionamento do nosso corpo.
Proteína animal ou vegetal? Fruta biológica ou de cultivo tradicional? Todos os dias somos inundados de novas dietas e conselhos de como perder peso e fazer uma alimentação saudável. Alguns deles podem levar a doenças crónicas. Quatro especialistas repõem a verdade.
Estudo realizado em Portugal revelou ainda que 20% dos doentes de alto e muito alto risco cardiovascular não estão a tomar medicação.
Um conjunto de medicamentos e tratamentos revolucionários prometem acabar com os calores, as insónias, o mau humor e os efeitos na saúde mental associados à menopausa. Saiba ainda como prolongar a fertilidade e que alimentos deve comer e evitar.
Continuar a estudar, dormir bem, fazer exercício e estar com os amigos contribuem para uma mente saudável. Os alimentos também contam: há os que ajudam a memória e os que deve evitar - saiba quais.
É indesmentível que a maior parte das pessoas sente um enorme prazer ao ingerir alimentos doces, o que se deve à dopamina.
Especialistas indicam o plano alimentar ideal para cada fase da vida e os benefícios de centenas de alimentos. O atum preserva a memória na velhice, o gengibre baixa a tensão nos adultos, o marisco protege o sistema imunitário na meia-idade e os laticínios previnem a osteoporose logo na adolescência.
Alimentação desequilibrada, o consumo excessivo de sal, o sedentarismo e o excesso de peso são algumas das razões.
As doenças cardiovasculares representam um terço das mortes em Portugal e “só o enfarte do miocárdio mata, em média, mais de 12 pessoas por dia”. O alerta é do presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia, Manuel Carrageta, e surge no âmbito da campanha “Maio, Mês do Coração”, este ano dedicada ao colesterol.
As mediadas da nova Estratégia de Saúde Cardiovascular espanhola passam por retirar a cerveja e o vinho dos menus dos restaurantes, promover uma dieta mediterrânea, baixar os preços dos produtos mais saudáveis e acabar com o tabaco dentro de casa.