Caso EDP: Supremo reduz para oito anos e meio de prisão pena de ex-ministro Manuel Pinho
Os quase cinco anos que já esteve privado de liberdade serão descontados na pena.
Os quase cinco anos que já esteve privado de liberdade serão descontados na pena.
Trabalhou no BES, na PT e na EDP, empresas com que o pai tinha boas relações. Estudou nos Salesianos do Estoril e na Católica, mas nunca se interessou pela política. E saltou para a ribalta com o caso das gémeas luso-brasileiras que assombra o mandato presidencial do pai.
Ex-primeiro-ministro voltou ainda a falar sobre o facto de o ex-presidente do Banco Espírito Santo (BES) Ricardo Salgado continuar em julgamento mesmo depois do diagnóstico da doença de Alzheimer.
O populismo só nos oferece isto: uma escolha entre diferentes variantes de aldrabões.
O Dona Isilda é o segundo restaurante de uma família que há 30 anos fez de uma antiga adega um dos primeiros buffets de cozinha portuguesa do País. Pelas suas mesas passam banqueiros, músicos e ilustres da zona como Berardo e Herman José.
A compra das fragatas e a aquisição dos 13,7 por cento da REN são um passo em frente na política do facto consumado
A herdade do clã tornou-se o salão de visitas das elites. Até o Presidente Américo Tomás participou nas caçadas que ali se realizavam duas vezes por ano. As praias eram ignoradas, mas, na década de 90, começaram a surgir os primeiros forasteiros de sangue azul.
O ex-banqueiro e oito outros arguidos foram absolvidos esta segunda-feira.
Tribunal considera que não há provas suficientes para a condenação.
A exposição mediática das atribulações do caso que tem como principal arguido o ex-primeiro-ministro já motivou uma primeira reforma das leis processuais penais - e vêm mais mudanças a caminho.
Varela de Matos diz que já viu "muitos filmes" para concluir que "num processo desta relevância, justifica-se uma nova perícia feita por especialistas estrangeiros.
Há 100 anos, Portugal não sabia punir os poderosos. Continua a não saber.
Juiza considerou que o antigo banqueiro não consegue compreender a condenação.
Em causa estão comentários feitos no Facebook pelo juiz desembargador Carlos Alexandre em publicações de notícias sobre casos mediáticos.
Procuradores defendeu que o banqueiro fosse condenado a um cúmulo jurídico de entre 10 e 11 anos de prisão, mas com cumprimento da pena suspenso devido à doença de Alzheimer.
Ex-presidente do Banco Espírito Santo (BES), de 81 anos e doente de Alzheimer, está condenado a duas penas de prisão de seis anos e três meses e oito anos, cujo cúmulo jurídico será calculado em 26 de maio pelo Tribunal Central Criminal de Lisboa.