Reza Pahlavi atingido com líquido vermelho por manifestantes
Filho do último Xá do Irão foi confrontado por um ativista que o manchou de vermelho depois deste criticar o cessar-fogo no Irão.
Filho do último Xá do Irão foi confrontado por um ativista que o manchou de vermelho depois deste criticar o cessar-fogo no Irão.
Filipe Pathé Duarte refere que “não há uma convergência total" entre os dois aliados uma vez que "Israel não considerará vitória algo que não leve à incapacitação total do seu principal inimigo e de tudo o que ele representa, enquanto Trump parece não estar disposto a tanto”.
Reagindo ao anúncio de um cessar-fogo, Pahlavi afirmou que a sua luta é pela "libertação do regime iraniano".
Portugal optou pela estratégia infantil: fazer de conta que André Ventura, no imortal papel de bicho-papão, pode desaparecer pela força do pensamento mágico.
Portugueses construiram uma fortaleza em Kharg, numa época em que a ilha era importante pelo intercâmbio de alimentos, e hoje alberga um mosteiro. Chegou também a ter uma prisão, até se dedicar à exportação de petróleo, e na década de 1980 foi alvo de ataques iraquianos. Hoje, a história repete-se.
O príncipe herdeiro, que não visita o Irão desde a revolução de 1979 que derrubou a monarquia, lidera um dos vários movimentos de oposição a partir do estrangeiro e apresenta-se como uma alternativa caso o regime iraniano caia.
Os 26 membros da delegação iraniana chegaram ao país alguns dias antes do início dos ataques norte-americanos e israelitas, e permaneceram em silêncio enquanto o hino iraniano tocava antes do primeiro jogo da Taça Asiática.
Não cantaram o hino e foram consideradas "traidoras" pela imprensa iraniana. Agora, há jogadoras da seleção feminina de futebol sem planos para regressar.
O xá Mohammad Reza Pahlavi e a mulher, Farah Diba, partiram para o exílio em 1979. Passaram por vários países mas com a morte de Pahlavi, Farah estabeleceu-se em Paris. Juntos tiveram quatro filhos, mas dois morreram: um suicidou-se e a outra foi encontrada morta junto a cocaína.
Em agosto de 1953, um golpe orquestrado pela CIA depôs o primeiro-ministro. As relações iraniano-americanas nunca mais se endireitaram e um outro golpe, o de 1979, instalou o “Grande Satã” como inimigo do regime xiita. O recente ataque é só a nova fase quente de uma velha guerra
Presidente dos EUA vai "cortar todos os acordos com Espanha" e atira ao Reino Unido enquanto elogia a Alemanha.
"Não sei se o seu país aceitaria a sua liderança", disse o presidente dos Estados Unidos
Treinador de futebol português apanhou voo para Portugal um dia antes dos bombardeamentos americanos ao Irão.
Os participantes exibiam bandeiras do Irão com o Leão e o Sol dourados, a bandeira anterior à atual da República Islâmica. E também se viam bandeiras dos EUA e Israel.
Líder Supremo do Irão morreu durante os bombardeamentos dos EUA e Israel em Teerão.
Talvez seja uma vã ilusão, mas tenho a secreta esperança de que a “próxima vítima” nas Américas, ou seja, Cuba, não se irá comportar de forma tão vergonhosa.