Venezuela. Sobe para 136 o número de portugueses e lusodescendentes mortos
Dos portugueses e lusodescendentes mortos, 108 adultos e 28 menores, 116 tinham também a nacionalidade venezuelana.
Dos portugueses e lusodescendentes mortos, 108 adultos e 28 menores, 116 tinham também a nacionalidade venezuelana.
Terramoto acontece um dia depois de o país ter sido atingido por um outro sismo de 7.1.
Entre os 134 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, dos quais 106 eram adultos e 28 menores, 114 tinham também a nacionalidade venezuelana.
A maioria dos estragos diz respeito a habitações destruídas.
O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas precisou que o novo apoio será executado através de empresas, no âmbito dos trabalhos de reconstrução das áreas mais afetadas.
Já o número de feridos manteve-se em 16.740, segundo o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez.
Subida do número de falecidos resultante dos sismos acontece depois de as autoridades terem contabilizado mais 89 óbitos.
Não há relatos de danos graves nem vítimas em nenhum dos países.
Destes, 97 eram adultos e 23 menores.
Continuam desaparecidos 50 cidadãos portugueses, menos um do que os 51 contabilizados na terça-feira.
Há ainda 55 desaparecidos.
O anterior balanço contabilizava 102 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos e 57 desaparecidos ou incontactáveis.
Anúncio foi feito pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa.
Há ainda 57 desaparecidos.
Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 3.535 mortos e 16.740 feridos, segundo o mais recente balanço oficial do país.