D. Sebastião. O rei menino, beato e heróico
Aclamado rei aos 3 anos, foi educado por jesuítas e adorava relatos históricos de grandes batalhas. Ia à missa todos os dias e evitava o contacto com as mulheres.
Aclamado rei aos 3 anos, foi educado por jesuítas e adorava relatos históricos de grandes batalhas. Ia à missa todos os dias e evitava o contacto com as mulheres.
Tornou-se no salvador da pátria que um dia irá regressar ao reino.
Pertenceram a importantes famílias aristocráticas, que receberam reis e rainhas e as figuras mais ilustres de diferentes épocas, nos seus salões e jardins. Há os que ainda são habitados por nobres, os que foram transformados em museus ou sedes de instituições e os que estão ao abandono.
... mas não vai fazer grandes festas por respeito às tragédias que afetaram o país. O sucessor de D. Duarte Pio, pretendente ao trono de Portugal, é apaixonado pelo mar, pratica vela, surf e mergulho e não tem namorada.
Apesar dos êxitos na expansão marítima, no reino a tragédia abateu-se sobre a Coroa quando o príncipe herdeiro, D Afonso, morreu inesperadamente
Foi aclamado duas vezes e por duas vezes defendeu o trono de conspirações contra a sua vida – numa delas, ele próprio executou o traidor, com um punhal. Planeou a exploração marítima e defendeu os interesses de Portugal frente a Castela. A vida pessoal foi trágica: o único herdeiro legítimo morreu aos 16 anos.
Num jantar-comício em Montemor-o-Velho, distrito de Coimbra.
Pero Vaz de Caminha descreveu o que as naus de Pedro Álvares Cabral encontraram ao rei D. Manuel I. Num documento de valor incalculável conhecemos as “gentes mansas e pacíficas”.
Tentou três vezes fazer a cruzada em Jerusalém, queria ouvir os relatos dos locais longínquos onde chegaram os portugueses e era um relações públicas do império - enviava cartas a espalhar as conquistas dos portugueses. Conhecido como o rei da pimenta, pôs toda a Europa a sonhar com os produtos exóticos que chegavam a Lisboa.
Fez questão de casar com a viúva do primo, depois com a irmã desta e quase abdicou com o desgosto da sua morte. Por fim, roubou a noiva do filho.
Um empresário agrícola que ofereceu a primeira guitarra a Amália Rodrigues, o militar inglês que perdeu o braço na II Guerra, o parente excêntrico que subia o Chiado de marcha atrás num Rolls-Royce e uma das famílias mais ricas do País. Estes são os descendentes de Arnaldo João.
Se nas mais altas instâncias da União Europeia e em demasiados dos seus Estados Membros reina um cúmplice silêncio acerca do genocídio praticado à frente dos olhos de todos nós (todos, todos, todos) pelas forças militares israelitas na Faixa de Gaza, como esperar que sejam recordados todos esses outros massacres?
D. Afonso Henriques ganha por unanimidade, surgindo a seguir ao rei-fundador outra personagem centenária: o poeta Luís Vaz de Camões. Em 3º lugar já temos alguém da História mais recente: Ramalho Eanes. Com base numa sondagem inédita feita para a SÁBADO, que aponta quais as pessoas mais relevantes ao longo dos 900 anos de Portugal, deixamos-lhe aqui o retrato das 9 principais figuras.
Em 1125, na catedral de Zamora mostrou ao mundo que não existia ninguém acima de si. Armou-se cavaleiro sozinho e dessa forma expressou uma ideia pública: queria ser rei.
Diana de Cadaval escreveu um romance histórico sobre a primeira rainha de Portugal que nunca foi amada pelo rei Afonso Henriques.
A venda do Tesla "eticamente desconfortável" de João Manzarra e os bastidores de realização da série do momento.