Instigadores-Gerais da fraude
Entre um Governo “reformista” e uma Inspeção-Geral de Finanças aldrabona, vamos voltar à era dourada da rapina.
Entre um Governo “reformista” e uma Inspeção-Geral de Finanças aldrabona, vamos voltar à era dourada da rapina.
Depende. O chamado Acordo das Lajes é público e é claro: se a missão não estiver ligada à NATO ou a uma organização internacional apoiada por Portugal, só podem com autorização prévia.
A discussão sobre a corrupção em Portugal balança entre a gritaria ensurdecedora e o silêncio sepulcral.
Foram os resorts de luxo e a praia a projetá-la para o mundo, mas a República Dominicana é muito mais: um destino de música e dança, natureza selvagem, boa comida e bebida e um profundo legado histórico. Punta Cana está agora mais próxima.
O braço-direito de Donald Trump para a Saúde foi alvo de críticas de uma sobrinha vítima de leucemia. Isto após cortar 500 milhões no combate ao cancro.
A venda do Novo Banco culmina num prémio milionário à rapina que empobrece Portugal.
Abramovich perdeu na Justiça europeia. Mas num Portugal servil e submisso terá sempre porto seguro.
Parece História antiga, mas ainda estamos a pagar a corrupção sistémica que nos atirou para a crise.
Poderosas, desumanas e amorais, as grandes consultoras são hoje autênticas centrais de crime económico e destruição social.
Enquanto for bom negócio, a guerra não vai. Enquanto for mau negócio, a paz não vem.
Acordo de usufruto com os Estados Unidos foi realizado no âmbito da NATO, mas norte-americanos têm de pedir autorização para utilização fora deste âmbito, nomeadamente, durante o conflito no Médio Oriente.
Marine Le Pen calhou ser nacionalista numa nação que se leva a sério. Em Portugal, estaria tranquila.
Com o pretexto da eficiência, e sem qualquer outro subterfúgio, Portugal está a legalizar o seu próprio saque.
A cumplicidade suja com o roubo sangrento de Moçambique é mais uma mancha de vergonha para Portugal.
A novela da aprovação do Orçamento não vale a tinta que verteu. Nas grandes negociatas do regime, o consenso é inquebrável.
A saga da EFACEC acabou como acabam sempre as empresas “estratégicas”: fomos roubados por milionários.