Cabaz alimentar sobe pela terceira semana consecutiva para 255,97 euros
Segundo a associação de defesa do consumidor (DECO).
Segundo a associação de defesa do consumidor (DECO).
A cesta alimentar inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe.
Invertendo a descida de 5,17 euros da semana anterior.
Segundo a Deco Proteste, há um ano, era possível comprar exatamente os mesmos produtos por menos 10,67 euros (menos 4,34%).
Em 26 de janeiro, um litro de azeite virgem extra, na fase de consumo, custava 6,52 euros, enquanto em 20 de abril já estava nos 6,77 euros.
Custa menos 2,37 euros face à semana anterior.
Cabaz essencial aumentou 0,08 euros esta semana.
"A guerra vai durar quanto tempo? Esta é a questão que muda a equação e o impacto", alertou o secretário-geral da CAP.
Preço do bacalhau e do peru a aumentaram 10,48% e 11,53% respetivamente.
No primeiro dia do ano, meia dúzia de ovos custava 1,61 euros mas, em 19 de novembro, a mesma caixa já estava a 2,12 euros, verificando-se assim um agravamento de 31,68%.
Em causa estão produtos da Philips, Curaprox e Sophie la Girafe.
Há umas décadas, o mal-amado (pelo sabor) óleo de fígado de bacalhau potenciava a imunidade das crianças, uma vez que é um suplemento riquíssimo em vitaminas A e D.
Em dezembro caiu ao mar, ao largo de Viana do Castelo, um contentor com mil sacos com 26,2 toneladas de "pellets".
O controlo estatal dos preços cresceu muito a seguir ao 25 de Abril, quando a inflação disparou para valores acima de 25%. Entre 1974 e 1977 quase nada ficava de fora dos cabazes de preços máximos. Até chegar o desastre económico – que se repetiria em 1984.
Os portugueses vão continuar a consumir entre quatro a cinco toneladas de bacalhau no Natal, apesar aumento de quase 2 euros por quilo, refere Conselho Norueguês dos Produtos do Mar.