Instigadores-Gerais da fraude
Entre um Governo “reformista” e uma Inspeção-Geral de Finanças aldrabona, vamos voltar à era dourada da rapina.
Entre um Governo “reformista” e uma Inspeção-Geral de Finanças aldrabona, vamos voltar à era dourada da rapina.
Luís Montenegro falava no debate quinzenal no parlamento, onde, além de anunciar medidas para mitigar os efeitos da guerra no Médio Oriente na economia, quis também sublinhar o que chamou de “agenda transformadora” do Governo.
E ainda a avença de Nuno Ramos de Almeida com o PCP em Almada, as ironias de Pedro Adão e Silva com Seguro e Sócrates e o assessor muito requisitado por todos à direita
A bancada do Chega no parlamento açoriano pretende que se faça uma avaliação estratégica daquela base aérea, utilizada pelos Estados Unidos da América, e que sejam também clarificadas quais as "contrapartidas" que existem para a região, por essa utilização.
Seria de esperar que a esmagadora votação no actual Presidente da República tivesse levado Luís Montenegro a perceber que a sua aliança tácita com o Chega era um caminho repudiado por uma enorme maioria dos portugueses e portuguesas que votaram nessa eleição.
Em causa estão as alterações à lei do direito à autodeterminação da identidade de género e expressão de género.
Luís Montenegro foi líder parlamentar enquanto Passos Coelho era primeiro-ministro, nessa altura - e nos anos seguintes - foram bastante próximos, mas o afastamento público tem sido cada vez mais visível.
Presidente da autarquia, José Carlos Gonçalves, retirou os pelouros aos dois vereadores do partido.
O presidente do Chega considerou insuficiente o desconto extraordinário de 3,55 cêntimos por litro no ISP anunciado pelo Governo.
O advogado, antigo ministro da Presidência e dirigente do PSD Nuno Morais Sarmento morreu hoje, aos 65 anos.
O advogado, antigo ministro da Presidência e dirigente do PSD Nuno Morais Sarmento morreu hoje, aos 65 anos.
O guarda-freio André Marques, de 40 anos, foi uma das vítimas mortais do acidente, deixando dois filhos menores.
O Presidente da República recordou a frase "éramos felizes e não sabíamos" que usou sobre o período de mais de oito anos em que coabitou com o anterior primeiro-ministro, António Costa, do PS.
Chefe do Governo PSD/CDS-PP considerou que os dois foram "resolvendo todos os problemas" que era preciso ultrapassar e "muitas vezes antecipando os problemas".
Em várias passagens da sua intervenção, Montenegro defendeu que o partido "não podia ter dúvidas" sobre o "caminho reformista" do atual Governo, ainda que aceite todos os "incentivos à mudança", uma das expressões utilizadas precisamente pelo antigo líder do PSD.
O antigo presidente do PSD diz-se "de bem com a política" e "de bem com o País", não andando "à procura de nada em particular" e sem quaisquer "desforras para fazer".