Irão ameaça retaliar contra EUA e Israel em caso de ataque norte-americano
“O povo do Irão deve saber que lidaremos com eles da forma mais severa e puniremos aqueles que forem detidos", disse o presidente do parlamento do Irão.
“O povo do Irão deve saber que lidaremos com eles da forma mais severa e puniremos aqueles que forem detidos", disse o presidente do parlamento do Irão.
As comunicações continuam em baixo no Irão por decisão governamental e números podem estar desfasados dos reais.
Os protestos em quase todo o país começaram em 28 de dezembro, inicialmente contra o custo de vida e a inflação galopante, num país sujeito a sanções económicas dos Estados Unidos e da ONU, mas têm vindo a intensificar-se e transformaram-se numa contestação política contra o regime.
O líder norte-americano tem preocupado os aliados ao recusar-se a descartar o uso da força militar para tomar à Dinamarca este território autónomo, membro da NATO.
Farian Sabahi, italo-iraniana especialista em história contemporânea, tem dúvidas sobre os resultados de "protestos que não têm um líder nem uma organização”.
Há ainda registos de centenas de feridos e mais de dois mil detidos
Trump defendeu os protestos no Irão. A declaração não agradou, no entanto, o chefe militar que disse que "se o inimigo cometer um erro" a resposta será mais potente do que na guerra de 12 dias com Israel.
Uma taxa de inflação superior a 40%, com os alimentos a quase duplicarem o valor em menos de um ano levaram milhares a protestar nas ruas.
Os norte americanos levaram a cabo, na madrugada deste sábado, a Resolução Absoluta que contou com mais de 150 aeronaves.
María Corina Machado foi impedida de se candidatar às eleições de 2024 pelo regime de Nicolás Maduto.
A desvalorização da moeda iraniana foi o gatilho para o início dos protestos no Irão.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na segunda-feira que os Estados Unidos destruíram uma área de atracagem utilizada por navios acusados de envolvimento com o tráfico de droga na Venezuela.
A tensão entre Caracas e Washington aumentou depois de Trump ter anunciado a proibição da entrada e saída de todos os petroleiros sancionados da Venezuela e a apreensão de dois navios que transportavam crude venezuelano nas últimas semanas.
Os Estados Unidos aplicaram sanções contra cinco personalidades europeias empenhadas na regulamentação rigorosa do setor tecnológico, acusando-os de censura em detrimento dos interesses norte-americanos.
Para os Estados Unidos, a rigorosa regulamentação do setor tecnológico equivale a "censura".
Para evitar sustos (e idas ao veterinário), vale a pena rever algumas regras básicas de segurança nas decorações.