Acordo com EUA permite a Arábia Saudita lançar programa nuclear civil e enriquecer urânio
Secretário norte-americano da Energia, Chris Wright, afirma que o acordo inclui disposições sobre a não proliferação nuclear militar.
Secretário norte-americano da Energia, Chris Wright, afirma que o acordo inclui disposições sobre a não proliferação nuclear militar.
O Comando Central dos EUA anunciou ter realizado uma nova vaga de ataques a várias áreas no Irão antes de restabelecer o bloqueio durante a madrugada.
Esta é a terceira ofensiva contra o Irão esta semana.
O Irão, por enquanto, não reivindicou a autoria dos ataques.
Desde que Donald Trump regressou à Casa Branca, as relações transatlânticas sofrem de uma constante arritmia: ora batem forte; ora batem fraco. Esta semana, na Cimeira da NATO em Ancara, não foi diferente com o presidente americano a dar umas no cravo e outras na ferradura dos seus aliados.
O chanceler alemão, Friedrich Merz, considerou justificados os ataques dos Estados Unidos ao Irão, alegando que Teerão violou o cessar-fogo. Ainda assim, defendeu um acordo que ponha fim ao programa nuclear iraniano e garanta a reabertura permanente do Estreito de Ormuz.
Washington também restabeleceu as sanções económicas ao petróleo iraniano, que tinha levantado devido ao cessar-fogo.
“Não haverá nenhuma negociação, em nenhum nível, com a parte norte‑americana”, declarou na segunda‑feira à noite o porta‑voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmail Baghaei, citado pela agência IRNA.
Esta informação é provisória e está a ser feita uma investigação, na sequência do acordo entre o Irão e os Estados Unidos.
Teerão é um vencedor parcial. Consegue amarrar um suposto sucesso de Trump à sobrevivência do regime criminoso iraniano (oh, suprema ironia) e passou a saber que tem um instrumento de negociação e eventual coação muito mais efetivo do que o longínquo e custoso objetivo de chegar às armas nucleares ou comprá-las: o controlo de Ormuz, claro.
As partes têm 60 dias para alcançar um acordo de paz definitivo, através de negociações centradas no programa nuclear iraniano e no levantamento de sanções a Teerão.
O presidente norte-americano apelou a que o Irão impedisse o Hezbollah de "causar problemas" no Líbano.
A delegação paquistanesa chegou a Obbuergen, na Suíça, para participar nas conversações de alto nível entre os Estados Unidos e o Irão, num novo esforço diplomático para consolidar o acordo de cessar-fogo e abordar questões como o programa nuclear iraniano e a estabilidade regional.
Vice-presidente dos EUA encontra-se com negociadores de Teerão numa corrida de 60 dias para chegar a um acordo de paz definitivo.
Presidente norte-americano disse ainda que o dinheiro cobrado seria usado para “serviços prestados como ‘anjo da guarda’ aos países do Médio Oriente, para efeitos de reembolso de custos passados, presentes e futuros”.
Segundo dados da plataforma marítima AXSMarine.