Médio Oriente: Irão ameaça romper negociações após ataque israelita ao Líbano
Israel anunciou hoje que realizou ataques aéreos nos subúrbios do sul de Beirute, considerados um reduto do grupo armado pró-Irão Hezbollah.
Israel anunciou hoje que realizou ataques aéreos nos subúrbios do sul de Beirute, considerados um reduto do grupo armado pró-Irão Hezbollah.
Donald Trump afirmou que o acordo será assinado durante o dia de hoje.
“Temos de esperar para saber a data exata da assinatura. Não será amanhã [domingo]”, disse o porta-voz da diplomacia do país, Esmail Baghai.
O bloqueio da passagem de navios de e para portos iranianos continua em vigor, apesar de Trump ter decidido na quinta-feira suspender os ataques à República Islâmica.
Acordo de cessar-fogo pode ser assinado domingo em Genebra.
O regime teocrático iraniano abanou, mas não quebrou. Agora negoceia quase em pé de igualdade com a autoproclamada superpotência mundial.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que os EUA não estão dispostos a aliviar as sanções impostas ao Irão apenas em troca da reabertura do Estreito de Ormuz. Segundo Rubio, qualquer levantamento de restrições estará condicionado a concessões relacionadas com o programa nuclear iraniano.
O presidente norte-americano afirmou que nenhum país vai controlar a zona e que isso vai ficar claro no acordo iraniano.
O acordo que os Estados Unidos e o Irão estão prestes a concluir incluiria a reabertura do estreito de Ormuz, bloqueado por Teerão desde o início dos ataques israelo-americanos em 28 de fevereiro.
O motivo por detrás da decisão é o estado de saúde do marido que "luta contra o cancro", explica Gabbard na sua carta de resignação.
A mensagem da Guarda Revolucionária surgiu horas depois de o Governo iraniano ter formalizado a criação de um novo organismo para a gestão do estreito de Ormuz.
Os líderes norte-americano e chinês estão reunidos, até sexta-feira em Pequim numa tentativa de aproximar as duas maiores economias mundiais.
Em declarações aos jornalistas na Casa Branca o líder norte-americano considerou a proposta de cessar-fogo do Irão como “a mais fraca até agora”: “Nem sequer acabei de ler”.
O republicano indicou que tomou a decisão com base no "enorme sucesso militar" obtido pelos EUA na guerra com o Irão e no "grande progresso alcançado rumo a um acordo completo e definitivo".
“As Forças Armadas estão totalmente preparadas para qualquer nova aventura ou loucura dos norte-americanos”, disse o general Mohammad Jaafar al-Asadi, vice-chefe de inspeção do Quartel-General Central de Khatam al-Anbiya.
Na iminência de uma imensa devastação há a prudência de uma bala, ou seja, a consideração de que só resta fazer o possível para escapar a maiores horrores.