Primeiro-ministro e líder do Chega reúnem-se hoje à tarde em São Bento
Encontroterá por temas a lei da nacionalidade e o pacote laboral.
Encontroterá por temas a lei da nacionalidade e o pacote laboral.
Para os socialistas "a revisão constitucional não é efetivamente uma prioridade", ficando implícito que o partido não deverá apresentar um projeto nesta fase.
O presidente do Chega adiantou que ainda não falou com o líder do PSD sobre este tema.
Partido degende que a "política não deve invadir o espaço que cabe à justiça".
Partido quer aferir a legalidade da intervenção do ex-primeiro-ministro em processos ligados ao lítio, hidrogénio e ao centro de dados de Sines.
O deputado defendeu que "todos os donativos, inclusive e especialmente aqueles que têm valor mais elevado, devem ter uma divulgação nominativa e devem ser conhecidos nos seus vários elementos por uma questão de transparência".
A sessão solene comemorativa do 52.º aniversário do 25 de Abril no parlamento está marcada para as 10h00. O chefe de Estado será o último a discursar, depois dos representantes dos partidos e do presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco.
Aliado do líder do Chega perdeu as eleições legislativas da Hungria realizadas este mês.
O presidente brasileiro e Montenegro encontraram-se no Palácio de São Bento onde enalteceram as relações entre Portugal e o Brasil. Em Belém uma manifestação organizada pelo Chega protestava contra a vinda de Lula a Portugal.
O Chega convocou uma manifestação para protestar a vinda de Lula da Silva a Portugal. O presidente brasileiro vai reunir com Montenegro e depois com Seguro.
Na semana passada, foi noticiado que, após um parecer da Comissão de Acesso aos Dados Administrativos, a Entidade das Contas e Financiamentos Políticos deixou de disponibilizar a identidade dos doadores dos partidos.
Pelo PSD, foram eleitos a antiga ministra "Leonor Beleza, e os presidentes das câmaras de Lisboa e do Porto, respetivamente Carlos Moedas e Pedro Duarte".
A primeira intervenção do debate quinzenal caberá à Iniciativa Liberal, partido que tem pressionado Luís Montenegro para levar já ao parlamento a reforma da legislação laboral.
Historiador considera que não debater com o líder do Chega é uma atitude “nefelibata e elitista”, pelo que o 'confronto' é necessário para “expor as falhas no discurso de Ventura".
Ventura reiterou que o Chega "está contra esta lei laboral tal como ela está", mas "está aberto e disponível para uma negociação" e para que esta reforma seja aprovada no parlamento nas "próximas semanas ou meses".
Está ainda a ser negociado um quarto nome.