Sul do país tem água armazenada para dois ou três anos
Segundo revelou o presidente da Agência Portuguesa do Ambiente.
Segundo revelou o presidente da Agência Portuguesa do Ambiente.
O primeiro-ministro assegurou que “tudo aquilo que puder ainda ser salvaguardado vai ser salvaguardado”.
A Agência Portuguesa do Ambiente tem estado a gerir as descargas das barragens de modo a reduzir o risco de cheias, mas alerta que o cenário de "chuva sobre chuva" dificulta a tarefa. Mau tempo desta semana pressiona, em particular, o Mondego.
APA quer cortar em 70% consumo de água pela agricultura no Algarve. Afonso do Ó, perito em assuntos de água e gestão de riscos de seca, avisa que são precisas novas fontes de água e planos de contingência.
APA prepara-se para lançar medidas de controlo do consumo por só haver água "até ao fim de agosto". Contudo, uma das soluções, a central dessalinizadora de Albufeira, não convence as associações locais.
Nuno Lacasta diz que ainda desconhece as suspeitas do Ministério Público e defende restantes funcionários da APA.
Em Morgade, Montalegre, uma das localidades concessionadas no caso que levou à demissão do primeiro-ministro, associações opõem-se à extração de lítio desde 2019. Estudo da APA apresenta "lacunas e imprecisões", e Associação ZERO diz que as consequências "não são residuais".
Auto de buscas diz que a extração de lítio na mina de Boticas começou com declaração de impacto ambiental fortemente negativo e acabou favorável. Autarquia receberia uma estrada para não se opor.
Influência dos administradores da empresa privada Start Campus era tal que (diz o MP) chegaram a reunir-se no Largo do Rato para fazerem andar o projeto. Ministros, altos quadros do Ambiente, bem como o chefe de gabinete e o amigo de Costa, estiveram nas reuniões.
É a convicção do MP, segundo o auto das buscas que a SÁBADO consultou. Em causa estão alegadas facilidades indevidas nos procedimentos do milionário projeto data center, em Sines.
Numa conferência num fórum ambiental em Macau, o vice-presidente da Agência Portuguesa do Ambiente reafirmou a intenção de Portugal antecipar o compromisso de neutralidade carbónica de 2050 para 2045.
Dias 21 e 22 de abril
Entre as preocupações destacou o ruído e as fracas acessibilidades.