A Portela?... Jamais!
Lisboa precisa de um novo aeroporto. Isso é evidente. O que não é evidente é que precise de destruir o que já tem.
Lisboa precisa de um novo aeroporto. Isso é evidente. O que não é evidente é que precise de destruir o que já tem.
É fã da IA, acha que Trump é um louco perigoso e que Lisboa está muito suja. Não vai convidar políticos para a estreia de Mil Vezes Revista porque são “figuras” que não lhe interessam.
O candidato presidencial brasileiro Flávio Bolsonaro participou, esta terça-feira, num evento numa academia de jiu-jitsu em São Paulo, no Brasil, onde defendeu a união dos partidos de direita para as eleições de outubro. O senador afirmou que quer criar oportunidades para que os brasileiros mais pobres prosperem.
Devido às elevadas reservas internacionais de que o país dispõe.
Decidir se queremos ter filhos, quando os queremos ter e quantos queremos ter é uma escolhas. Parece uma decisão íntima, quase privada. Mas depende de algo muito público: de sistemas de saúde que funcionam, de informação fiável, de profissionais disponíveis e, sobretudo, de investimento.
Três vezes campeã do mundo de estrada, admite que só lhe falta a medalha olímpica. Numa viagem aos anos dourados da década de 80, ela lembra os sucessos e as dificuldades de uma geração pioneira. “Na véspera de ir correr em Lisboa, comi uma feijoada e bebi um copo de vinho”.
Há duas décadas em Portugal, o chef austríaco conquistou duas estrelas Michelin no Algarve e sonha com a terceira. É na cozinha que mais se diverte, sem a violência de outros tempos, e aproveita os tempos livres para pescar.
A política portuguesa tornou-se monótona – a oposição também aposta só no “dar”. O Chega quer dar tudo o que puder, o PS, mais seletivo, quer dar nos impostos dos combustíveis e no IVA zero no cabaz alimentar (mesmo que este dê mais a ricos do que a pobres, não interessa, o verbo chave é dar). O vocabulário político nacional fala de reformas e reformas agora, é isto: dar qualquer coisinha ou criar a aparência de que se dá qualquer coisinha.
«O que o melhor e mais sábio dos pais quer para o seu filho, deve a comunidade querer para todos os seus filhos.» (Dewey, 1899)
A votação permitirá ao Kremlin apurar a eficácia de enquadramento institucional dos órgãos de poder.
É jornalista e responsável por investigar o massacre em Palma, Moçambique. Segundo apurou, morreram 1.402 pessoas. Aos locais, foi-lhes prometida segurança, que nunca chegou. Hoje, Alex carrega o “peso” de responsabilizar quem deixou que a matança acontecesse.
Estivemos em Isan, a maior e mais rural região da Tailândia. Longe de ser um destino turístico para massas, é um convite à tranquilidade, gastronomia e natureza. E é por lá que se realiza o Festival das Velas, que celebrou, em julho, 125 anos de devoção.
Muito se tem especulado sobre qual será o próximo ator a vestir a pele de Bond, James Bond. Agora, Gary Oldman lançou uma bomba ao afirmar que o escolhido já foi encontrado: o seu colega Jack Lowden.
A propósito de Economia Comestível: Um Economista Faminto Explica o Mundo, falámos com Ha-Joon Chang. Um repasto completo, das teorias neoliberais à crise de habitação em Portugal.
Mao Tsé-Tung morreu a 9 de setembro de 1976, mas continua bem vivo na cultura política chinesa. Apesar dos “crimes hediondos que cometeu” e do rasto de morte e sangue, os mitos sobre o Grande Líder “continuam profundamente enraizados na memória coletiva”. Vivem no nacionalismo, no aparelho repressivo, nas expressões ditas no dia a dia.
Ricardo Leão endivida-se, mas faz. O Chega não pode ficar a falar sozinho. José Luís Carneiro é formiguinha, mas tem de aprender a galvanizar. Habitação? Não pode ser só para pobres. Declarou guerra às barracas, mas não se esquece da classe média.