Ventura e a economia: uma relação complicada
A exigência descabida de baixar a idade legal da reforma é mais do que um pretexto para não aprovar a reforma laboral: é a confirmação de um vazio
A exigência descabida de baixar a idade legal da reforma é mais do que um pretexto para não aprovar a reforma laboral: é a confirmação de um vazio
Há quem queira confundir, nos tempos que correm, escrutínio com voyeurismo, porque falar de dinheiros de primos, para alguns, é irrazoável. O primo, aliás, os primos, no plural, de José Sócrates, gostarão de saber
Primeiro as más notícias: na terça‑feira, as taxas de juro da dívida a cinco anos chegaram aos 9,02% e o País ficou apenas um nível acima de “lixo”, depois de a agência Standard & Poor’s ter voltado a baixar o rating. Agora as péssimas notícias: nos próximos anos, a sua vida será ainda pior. Para saber o que deve esperar, a SÁBADO preparou um dossiê especial onde lhe conta o que vai mudar em Portugal, o que aconteceu na Grécia e na Irlanda com a entrada do FMI e o que pretendem fazer PS e PSD se ganharem as eleições.
Partido anuncia um pacote de seis iniciativas - duas resoluções (sem força de lei) e quatro projetos de lei - que vai entregar no parlamento, com o objetivo de criar "mais confiança nas famílias" e "menos obstáculos".
O PCP já tinha anunciado que vai propor no parlamento um aumento intercalar de 50 euros para todas as pensões a partir de 01 de julho.
O Grupo Parlamentar quer que esta proposta abranja todos os pensionistas e refere que, "ao contrário dos suplementos extraordinários que os governos têm decidido, consolida no montante global de cada pensão e no cálculo da sua evolução futura".
As últimas novidades do código laboral não são novidades, são coreografia. Entrou-se na fase em que a discussão substantiva - que, de resto, nunca o foi muito – passou definitivamente para o campo do “a culpa foi do outro”.
As promessas do mayor começam a tomar forma. Já faz vídeos à porta dos “ricos” e anuncia locais para os supermercados públicos. As críticas continuam.
No seu caderno reivindicativo para 2026, a CGTP exigia um aumento salarial de pelo menos 15%, num mínimo de 150 euros para todos os trabalhadores e a fixação do salário mínimo nacional em 1.050 euros.
Nuno Melo insistiu numa reversão da tendência de queda, apesar de o número ainda estar longe do objetivo legal de 32 mil.
Manifestação decorre na próxima quinta-feira e vai reunir as forças e serviços de segurança. Em causa está o facto de estarem contra o corte nas reformas.
O cargo passa a ser assumido a partir de quinta-feira por António Vicente.
Maria Luís Albuquerque, a comissária portuguesa responsável pelos Serviços Financeiros da União da Poupança, diz que depender apenas do Estado para garantir pensões é um risco crescente.
Terá sido atribuída uma pensão com uma taxa de substituição "inferior à média dos trabalhadores do banco".
Investir nos mercados financeiros pode ser uma forma eficaz e inteligente de aumentar o seu património ao longo do tempo. No entanto, compreender as implicações fiscais associadas às decisões de investimento é indispensável para garantir uma gestão eficiente e responsável.
Segundo a secretária de Estado dos Assuntos Fiscais, Cláudia Reis Duarte.