Pedro Sánchez nega "corrupção generalizada" apesar de "caso grave e flagrante" de ex-ministro
Primeiro-ministro de Espanha reiterou que vai continuar a governar.
Primeiro-ministro de Espanha reiterou que vai continuar a governar.
José Luis Ábalos, antigo "braço direito" de Pedro Sánchez, o foi ministro dos Transportes de Espanha ex-ministro foi também dirigente do Partido Socialista Espanhol (PSOE).
Após dois anos de investigação, o juiz de instrução Juan Carlos Peinado processou Begoña Gómez, casada com Pedro Sánchez, por tráfico de influências, corrupção nos negócios, desvio de fundos públicos e apropriação indevida.
Anúncio foi feito pelo líder do Vox, Santiago Abascal, que explicou que o seu partido se retira dos governos regionais de Castela e Leão, Aragão, Comunidade Valenciana, Extremadura e Múrcia.
Lei da amnistia deverá ser aprovada na próxima semana, na sessão plenária do Congresso.
O acordo foi anunciado pelos dois partidos num comunicado conjunto em que revelaram que Sánchez e Pere Aragonès, dirigente da Esquerda Republicana da Catalunha (ERC) e atual presidente do governo regional catalão, falaram hoje à tarde por telefone.
Já a anterior legislatura espanhola foi constituída por uma coligação do PSOE e da Unidas Podemos (a plataforma de partidos à esquerda dos socialistas a que agora sucedeu o Sumar). Yolanda Díaz é uma das atuais vice-presidentes e ministra do Trabalho.
O acordo com os catalães é o maior tabu da política espanhola atualmente. O rei indicou Pedro Sánchez como novo candidato ao cargo de primeiro-ministro.
Pedro Sánchez, que já foi primeiro-ministro na última legislatura, lidera o Partido Socialista espanhol (PSOE), o segundo mais votado nas legislativas.
Sánchez referiu-se hoje a Feijóo como "o candidato falhado" a primeiro-ministro e considerou que "se boicota a ele mesmo".
A indicação de Ángel Gabilondo para liderar a investigação surge dias depois de os deputados espanhóis darem o primeiro passo para abrir um inquérito parlamentar sobre a questão dos abusos sexuais na igreja.
O Congresso dos Deputados espanhol chumbou em Madrid, numa primeira votação, a investidura do socialista como primeiro-ministro por 170 votos contra, 124 a favor e 52 abstenções.
Líder do PSOE ficou dependente de um acordo de última hora com o Podemos para ser investido na quinta-feira.
Os votos do partido de Pabli Iglésias são essenciais para a investidura do líder do PSOE, Pedro Sánchez, depois de todos os partidos à direita já terem confirmado que irão votar contra.
A falta de progressos para formar governo, três meses depois da realização das eleições de 28 de abril último, faz aumentar as possibilidades de que seja marcada uma nova consulta eleitoral.
A geringonça espanhola está assim em causa e o líder do PSOE pode não conseguir formar governo e ter de avançar para novas eleições, como aliás já ameaçou.