Direita e esquerda trocam acusações sobre quem tem a culpa pela crise na habitação
O debate de urgência proposto pelo Livre sobre "emergência na habitação" foi marcado por vários confrontos políticos duros.
O debate de urgência proposto pelo Livre sobre "emergência na habitação" foi marcado por vários confrontos políticos duros.
Proposta será apresentada esta quinta-feira.
A Assembleia da República debate e vota, esta tarde, a proposta de autorização legislativa do Governo para rever o regime de arrendamento urbano.
Ex-secretário de Estado da Saúde socialista foi acusado pelo Ministério Público de prevaricação.
Para o líder do PS, "é fundamental que o Governo responda às famílias portuguesas que continuam a viver em grandes dificuldades".
Considera escandaloso que haja centenas de alunos sem colocação no ensino público.
Eurico Brilhante Dias argumentou que os projetos de resolução que o PS tem apresentado com recomendações ao Governo "são a eficácia possível dos partidos da oposição" para o ano orçamental em curso.
Líder parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, apontou mais de mil milhões de euros em receita resultante do aumento dos combustíveis desde 2024.
Associação dos Ucranianos em Portugal pediu que o partido avalie "as ações de" José Carlos Barbosa, que se encontra atualmente na Rússia e que nas redes sociais elogia a Rússia.
Sobre o processo de digitalização dos exames nacionais.
E ainda a fé no pulso do ministro Miguel Pinto Luz e a guerra de "vices" de Maria das Dores Meira em Setúbal.
Socialistas apelidaram o caos na correção dos exames nacionais como uma "baraunda".
Para o líder da bancada socialista, apesar dos contributos do PS para a estabilidade política, o executivo escolheu como solução "negociar com a extrema-direita".
Na quinta-feira, os dois partidos anunciaram ter chegado a um acordo para viabilizar a proposta, mas os dois líderes parlamentares mostraram diferentes interpretações sobre se o chamado "trabalho social" seria ou não obrigatório.
Nova prestação social é destinada a maiores de 18 anos e obriga a que os beneficiários estejam disponíveis para trabalho social.
Governo negociou com o Chega, mas acabará por ser o PS a viabilizar a fusão de 13 prestações.