Acordo de paz entre EUA e Irão. Tudo o que se sabe - e o que falta saber
O acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irão será assinado na Suíça na sexta-feiro. Seguem-se mais sessenta dias de negociações para o memorando final.
O acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irão será assinado na Suíça na sexta-feiro. Seguem-se mais sessenta dias de negociações para o memorando final.
Donald Trump afirmou que o acordo será assinado durante o dia de hoje.
A mais recente proposta iraniana, transmitida a Washington por mediadores paquistaneses que procuram um "fim permanente" para o conflito, destaca a exigência de incluir o Líbano no cessar-fogo.
De filho de imigrantes paquistaneses, o presidente da Câmara de uma das maiores cidades europeias lidera há dez anos a capital inglesa ao serviço do Partido Trabalhista e já implementou medidas ambientais, sociais e de habitação social. Mas não é socialista e não pode ser comparado ao homólogo em Nova Iorque, Zohran Mamdani.
Teerão apresentou uma contraproposta que não agradou o presidente norte-americano.
Depois de 21 horas de negociações, Vance abandonou as conversações numa nota pessimista. Trump respondeu
Antes da guerra Trump tinha procurado exercer controlo estratégico do Estreito, responsável pelo transporte de 20% do abastecimento mundial de petróleo, na esperança de retirar ao Irão uma das suas principais fontes de financiamento.
A proposta partiu de mediadores egípcios, paquistaneses e turcos envolvidos no processo que pretende interromper os combates, afirmaram os dois responsáveis.
Os comentários de Trump aconteceram num momento em que 3.500 soldados norte-americanos estão a ser enviados ao Médio Oriente.
Concessão foi anunciada por Islamabade como "um passo significativo para a paz".
Numa altura em que 3,2 milhões já tiveram de abandonar as suas casas devido aos ataques israelitas e norte-americanos surguem dúvidas sobre a possibilidade de o conflito gerar uma nova crise humanitária.
Segundo o observatório para o comércio global, Kpler.
A declaração do chefe do Governo constitui um marco político na escalada derivada dos ataques contra supostos refúgios do grupo insurgente TTP (movimento talibã do Paquistão) em solo afegão.
Ataques surgiram como "resposta retaliatória" aos recentes atentados suicidas registados no Paquistão que terão sido alegadamente perpetrados por grupos terroristas.
Marcas do grupo francês Kering, a Givenchy, mas também Prada e a sua nova aquisição Versace, entre outras, são suspeitas de explorar.
O Paquistão referiu que vão ser discutidas “medidas imediatas para acabar com o terrorismo transfronteiriço".