JD Vance foi ao Paquistão tentar acabar com uma guerra que não quer. E falhou
Depois de 21 horas de negociações, Vance abandonou as conversações numa nota pessimista. Trump respondeu
Depois de 21 horas de negociações, Vance abandonou as conversações numa nota pessimista. Trump respondeu
Antes da guerra Trump tinha procurado exercer controlo estratégico do Estreito, responsável pelo transporte de 20% do abastecimento mundial de petróleo, na esperança de retirar ao Irão uma das suas principais fontes de financiamento.
A proposta partiu de mediadores egípcios, paquistaneses e turcos envolvidos no processo que pretende interromper os combates, afirmaram os dois responsáveis.
Os comentários de Trump aconteceram num momento em que 3.500 soldados norte-americanos estão a ser enviados ao Médio Oriente.
Concessão foi anunciada por Islamabade como "um passo significativo para a paz".
Numa altura em que 3,2 milhões já tiveram de abandonar as suas casas devido aos ataques israelitas e norte-americanos surguem dúvidas sobre a possibilidade de o conflito gerar uma nova crise humanitária.
Segundo o observatório para o comércio global, Kpler.
A declaração do chefe do Governo constitui um marco político na escalada derivada dos ataques contra supostos refúgios do grupo insurgente TTP (movimento talibã do Paquistão) em solo afegão.
Ataques surgiram como "resposta retaliatória" aos recentes atentados suicidas registados no Paquistão que terão sido alegadamente perpetrados por grupos terroristas.
Marcas do grupo francês Kering, a Givenchy, mas também Prada e a sua nova aquisição Versace, entre outras, são suspeitas de explorar.
O Paquistão referiu que vão ser discutidas “medidas imediatas para acabar com o terrorismo transfronteiriço".
Explosão ocorreu perto de um cemitério, onde estavam reunidos centenas de membros do Partido Nacional do Baluchistão.
No início de maio, a AIMA começou por notificar 18.000 cidadãos estrangeiros, número que agora quase duplicou.
Já a Índia disse que "quase meia centena" de soldados paquistaneses foram mortos durante a crise, considerada a mais grave entre os dois países desde o início do século XXI.
O ministro da Defesa paquistanês, Khawaja Muhammad Asif, acusou o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, de ter executado os atentados para aumentar a sua popularidade, acrescentando que Islamabade irá "em breve acertar as suas contas".
A onda de conflitos recentes provém de uma questão secular, o controlo sob a região da Caxemira e preocupa muitos por ambos os países serem potências nucleares.