O temor e a aposta
A aposta na ocorrência ou não de uma pandemia funciona como um apaziguador da ansiedade provocada por acontecimentos fora de controlo e é também uma forma socialmente aceitável de reconhecer a real existência de risco.
A aposta na ocorrência ou não de uma pandemia funciona como um apaziguador da ansiedade provocada por acontecimentos fora de controlo e é também uma forma socialmente aceitável de reconhecer a real existência de risco.
Oceanwide Expeditions garante que todos os passageiros que apresentavam sintomas foram retirados do MV Hondius.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) está a investigar a possibilidade de transmissão de hantavírus entre humanos, que gerou um surto a bordo de um navio cruzeiro no Atlântico. Até ao momento, há registo de três mortos e sete pessoas infetadas. Segundo a diretora de preparação para epidemias e pandemias da OMS, Maria Van Kerkhove, este tipo de transmissão é raro, mas já foi registado em surtos anteriores, estando em curso uma avaliação detalhada do risco.
O mês termina em guerra, mas náo entre em ansiedade: já lhe explicámos como. E também contámos quem é afinal Seguro, o novo Presidente, e quem são os autarcas do Chega que empregam família e amigos, quem é Epstein e seus cúmplices e quem marcou (para o bem e para o mal) os jogos Olímpicos de Inverno.
As tempestades, pandemias e guerras podem aumentar os sintomas. Saiba quando procurar ajuda, em que casos a medicação é essencial e que outras estratégias pode usar para combater a epidemia do século. Há quem faça meditação, dança e reiki. Desenhar em cadernos, remodelar a casa ou procurar um fisioterapeuta também pode ser útil.
A grande lição a retirar para os fogos rurais e para as intempéries é a capacidade de conduzir operações complexas, sob pressão mediática e emocional, com foco em resultados.
A saída norte-americana tem levantado preocupações em matéria de cooperação global na saúde, sobretudo face a futuras pandemias.
Especialistas alertam que "a incapacidade para abordar as desigualdades fundamentais e as condições sociais desde a covid-19 deixou o mundo extremamente vulnerável e mal preparado para a próxima pandemia".
Nenhuma tecnologia, por mais avançada, pode compensar a falta de consciência e responsabilidade humana. O erro humano continua a ser a principal causa de incidentes de segurança — e isso não resulta de má-fé, mas de desinformação e hábitos incorretos.
O acordo visa garantir o acesso equitativo a produtos de saúde em caso de pandemia. A questão esteve no centro de queixas entre os países mais pobres durante a pandemia da covid-19, quando viram os países ricos a armazenar doses de vacinas e outros testes.
Líder do PS quer convencer o País a elegê-lo primeiro-ministro, mas há militantes que nos comícios nem olham para ele quando discursa. A prova do algodão no terreno de um candidato esforçado, cansado, sem voz e a repetir-se todos os dias.
O Acordo Pandémico afirma a soberania dos países para abordar as questões de saúde pública dentro das suas fronteiras e prevê que nenhuma disposição do acordo seja interpretada como conferindo à OMS qualquer autoridade para dirigir, ordenar, alterar ou prescrever leis ou políticas nacionais.
Imagino uma utopia. Que a cada habitante da Europa não fosse entregue um kit de sobrevivência, mas sim um kit para aprender a dançar.
"É preciso estudar como vírus e bactérias se adaptam aos novos fármacos e vacinas para depois desenvolver novas soluções terapêuticas", defende especialista.
Segundo a geneticista Luísa Pereira, há "várias razões a contribuir para o risco elevado de pandemias". Uma delas é a "cada vez maior globalização e destruição de ambientes naturais".
Além de ser fundamental reduzir o excesso de peso para um índice de massa corporal inferior a 25 Kg/m2, temos sobretudo de mudar os hábitos alimentares para reduzir a resistência à insulina.