O financiamento dos neonazis 1143
A origem do dinheiro do grupo de Mário Machado e o atraso das indemnizações da Igreja Católica estão entre as manchetes desta quarta-feira
A origem do dinheiro do grupo de Mário Machado e o atraso das indemnizações da Igreja Católica estão entre as manchetes desta quarta-feira
Não me parece haver qualquer negligência especial face à tempestade que devastou o centro do país. A queixa é tão previsível e tão expectável que mesmo que tudo fosse perfeito haveria sempre críticas.
O frente a frente dos dois candidatos na corrida a Belém, Seguro vs Ventura, pode vir a ser decisivo nos resultados e, por isso, merece escrutínio. No Governo, faz-se a dança das cadeiras dos líderes hospitalares.
Sou, como sabem, um defensor de uma ideia bastante lata da liberdade de expressão
António José Seguro venceu a primeira volta das eleições presidenciais com 31%, disputando a segunda volta com André Ventura a 8 de fevereiro.
Sublinham que André Ventura não os representa.
O PSD pode continuar a governar – embora devesse pensar por que razão tem de estar sempre a negociar com o Chega e o PS –, mas uma dinâmica de crescimento baseada nos seus princípios identitários acabou. O que não toma posição, abre as portas do que tem aos devoradores.
São autarcas, deputados, dirigentes e históricos do PSD, CDS e IL que já anunciaram o voto no candidato apoiado pela esquerda.
"Na vida de hoje, o mundo só pertence aos estúpidos, aos insensíveis e aos agitados. O direito a viver e a triunfar conquista-se hoje quase pelos mesmos processos por que se conquista o internamento num manicómio: a incapacidade de pensar, a amoralidade e a hiperexcitação".
A indústria financeira explora o desconhecimento e os viés comportamentais da maioria dos clientes – e faz parte do problema dos baixos rendimentos no país.
Neste contexto não há diplomacia, esperteza, habilidade que substitua a força. Ora para a Europa ter força e não precisar de lutar (pode ser preciso) essa força tem que ser evidente e vista como força e não retórica
As eleições presidenciais têm sido dominadas pelo fim das “averiguações” do caso Spinumviva e pelas acusações e respostas de Marques Mendes sobre o seu papel como “facilitador”. Este é o problema que poderia ter tido também, nos mesmos exactos termos, se António Vitorino concorresse.
Mesmo nessa glória do mau gosto, ele encontra espaço para insultar, nas legendas, os seus antecessores, os Presidentes de que ele não gosta, a começar por Biden. É uma vergonha, mas o mundo que Trump está a criar assenta na pouca-vergonha
Fazer uma greve geral tem no sector privado uma grande dificuldade, o medo. Medo de passar a ser olhado como “comunista”, o medo de retaliações, o medo de perder o emprego à primeira oportunidade. Quem disser que este não é o factor principal contra o alargamento da greve ao sector privado, não conhece o sector privado.
Sim, é possível gostar de fruta cristalizada. Contamos-lhe a história do bolo de Natal português e sugerimos-lhe 10 sítios, de norte a sul do País, onde o pode (e deve) comprar e provar.
Num debate político talvez valesse a pena fazer uma análise de quem tem razão, quem conhece melhor o país, quem apresenta soluções exequíveis no âmbito dos poderes presidenciais, quem fala dos aspectos éticos da política sem ser apenas no plano jurídico.