Salubridade
A tentativa de esvaziar o Tribunal de Contas e entidades da transparência e contas partidárias é um grave atentado à qualidade da democracia.
A tentativa de esvaziar o Tribunal de Contas e entidades da transparência e contas partidárias é um grave atentado à qualidade da democracia.
O conflito com o Papa é um conflito de poder. Trump também gostaria de ser Papa, Grande Mufti, Rei de Inglaterra como cabeça da Igreja Anglicana, Ayatola, ou Grande Feiticeiro do Mali
Pacheco Pereira teve, por breves instantes, argumentação factual, mas sobretudo conseguiu fazer prova de vida, mantendo a aura intacta para as tertúlias e conferências. Já Ventura voltou a incendiar os ânimos das suas hostes nesse combate contra tudo o que não seja slogan do Chega.
Foi um relatório elaborado entre janeiro e junho de 1976 e denunciou centenas de abusos cometidos por forças militares e civis que incluem ainda prisões arbitrárias, mandados de captura passados em branco e até tortura de detidos.
A Constituição de 1976 tinha muita coisa que traduzia as ambiguidades da política em 1975-6, mas tinha outra coisa mais fundamental: deu aos portugueses, após uma longa ditadura, um enquadramento legal que garantia direitos, liberdades e garantias sólidos.
Podem existir predadores sexuais em qualquer partido, mas é também notável a concentratação que se tem verificado no Chega. Ventura responde a todos os casos da mesma forma, que é expulsando os homens imediatamente do seu partido.
Historiador considera que não debater com o líder do Chega é uma atitude “nefelibata e elitista”, pelo que o 'confronto' é necessário para “expor as falhas no discurso de Ventura".
Líder do Chega esteve esta segunda-feira num debate com o historiador Pacheco Pereira depois de André Ventura ter afirmado em Parlamento que houve mais presos políticos depois do 25 de Abril.
A newsletter de quarta-feira.
Há uma coisa que tenho pena de não fazer na vida, ir ao espaço. Eu sei que é uma coisa perigosa, dura, incómoda, mas no meu tempo é aquilo que se pode fazer de ir mais para a frente. Não ter peso, olhar de cima, verdadeiramente de cima, esta cada vez mais infeliz Terra, é uma experiência única. Já vi muita coisa, mas esta faz-me falta.
Trump é a marioneta que eles usam. Trump promete que durante uns dias não haverá ataques, mas logo a seguir Israel com o apoio americano faz novos ataques.
Esta direita radical participa no processo eleitoral, embora tente sempre diminuir o eleitorado que não lhe é favorável, como acontece com a tentativa de Trump de dificultar o acesso às urnas das zonas onde, por exemplo, há maiorias negras que lhe são hostis.
“Este” Israel tem uma capacidade de manipular Trump e foi o que aconteceu. O único limite para essa manipulação, que já teve todos os resultados pretendidos, são os medos de Trump, todos eles associados com os desastres económicos que a guerra provocou, no preço do petróleo, na bolsa e na sua imagem de Capitão América que precisa de proclamar vitória na derrota.
As opções da política externa portuguesa podem ser a favor ou contra a acção americana e israelita, sujeitas a debate e contradição. Mas a base americana nos Açores e a sua utilização no ataque ao Irão é um aspecto distinto dessas opções na medida que há questões de soberania e um tratado, que importa saber se foi ou não cumprido.
A newsletter de quarta-feira.
Era um espectáculo ver os republicanos a aplaudir de pé uma frase de Trump, esboçar o gesto de se sentar e levantar-se de imediato de novo para, mais uma vez, aplaudir. Não sei quantos segundos estiveram sentados nas duas horas dos discursos, deve ter sido um cansaço. Bem feito.