Senado dos EUA aprova proposta que impede novas ações militares na Venezuela
Medida reuniu 52 votos a favor, mas para que seja considerada lei é preciso que seja aprovada pela Câmara dos Representantes.
Medida reuniu 52 votos a favor, mas para que seja considerada lei é preciso que seja aprovada pela Câmara dos Representantes.
"Criei a maior economia da história. Mas leva tempo para as pessoas perceberem isso", afirmou o presidente dos EUA.
Depois do canalha Musk ter tido o descaramento de declarar que a empatia é uma das fraquezas fundamentais da civilização europeia, eis que a Administração Trump se atreve a proclamar que as actividades da UE minam a liberdade política e a soberania dos povos.
A divulgação dos documentos em bruto da investigação ao malogrado Jeffrey Epstein já causam danos na elite política americana - e não só - e ainda vai no adro.
Os subsídios foram o cerne das exigências dos democratas na disputa que levou à paralisação do governo federal que terminou no início deste mês.
Só com muita candura não se constatará que o capitão da selecção portuguesa esteve em Washington noutra qualidade que não a de embaixador dos sauditas.
Reprovação de Trump atingiu mesmo os 63% em novembro.
Esforço desmoronou quando os senadores aprovaram a publicação dos documentos sobre Epstein. Espera-se de Trump assine esta quarta-feira o projeto.
Votação no Congresso está prevista para esta terça-feira.
A ex-ministra do Trabalho do atual Governo, Jeannette Jara, venceu com 26,8% e quanto o advogado ultracatólico Kast obteve 23,9%.
País estava administrativamente 'paralisado' há 43 dias.
Democratas divulgaram um antigo e-mail de Jeffrey Epstein em que este falecido pedófilo afirma que o presidente norte-americano "sabia das raparigas".
A verdade é que Sintra é agora também do Chega, no mais importante lugar de governação que o Chega tem fora das autarquias que ganhou.
O acordo, promovido pelos republicanos, com apoio de oito democratas, está agora nas mãos da Câmara dos Representantes.
É esperado que a aprovação demore "horas, não dias".
Os republicanos do Senado precisam de apenas mais cinco votos para financiar o governo, no entanto ainda não é claro que o consigam.