Maio o segundo mais quente de sempre no mundo
O Copernicus refere que a onda de calor de maio resultou em recordes de temperatura batidos em Portugal mas também em França, Reino Unido ou Irlanda.
O Copernicus refere que a onda de calor de maio resultou em recordes de temperatura batidos em Portugal mas também em França, Reino Unido ou Irlanda.
Segundo o IPMA, a onda de calor manteve-se nas regiões norte e centro interior e Alentejo e apenas as regiões do litoral não estão em onda de calor.
Em termos de número de dias a onda de calor é a oitava mais longa, com 7,9 dias.
Há cerca de uma semana que vários países da Europa lidam com um fenómeno chamado "a cúpula do calor", responsável por uma onda de calor que já provocou mortes, incêndios e recordes de temperaturas.
Vários cientistas já referiram que com o aquecimento global os eventos de calor extremo, se estão a tornar mais frequentes e intensos, além de ocorrerem cada vez mais nas outras estações do ano.
Há pelo menos 17 distritos de Portugal continental sob aviso amarelo devido às temperaturas altas e a DGS divulgou algumas dicas para enfrentar o calor tórrido.
As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 16 graus (em Bragança, Viana do Castelo, Leiria e Setúbal) e os 23 (em Portalegre) e as máximas entre os 29 (em faro e Viana do Castelo) e os 38 (em Santarém e Évora).
Quanto às temperaturas mínimas, são esperadas noites tropicais, acima de 20 graus sobretudo no interior do país, Alentejo e Algarve.
O Reino Unido está a registar uma onda de calor recorde para o mês de maio, com temperaturas a atingir valores típicos de verão em várias regiões do país. Em Londres, os termómetros chegaram aos 34°C, num dos dias mais quentes já registados nesta altura do ano.
Vários concelhos dos distritos de Évora, Beja, Setúbal, Portalegre, Santarém, Coimbra, Viseu e Bragança apresentam perigo elevado de incêndio rural.
Na quinta-feira, as temperaturas máximas voltam a subir 02/03 graus em alguns locais do continente.
No ano passado todos os glaciares europeus perderam massa, especialmente na Islândia.
Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera.
A "onda de calor" provocada pelo fogo provocou danos numa habitação situada próximo do armazém, o que obrigou à deslocação dos seus habitantes.
A iniciativa de bem-estar pretende dar um alívio térmico a onças, ursos e macacos durante a onda de calor.
Um dos incêndios florestais mais destrutivos percorreu cerca de 150.000 hectares perto de Longwood, a 150 quilómetros a norte de Melbourne, uma região coberta por florestas primárias.