Corrupção de género
Bater nos mais frágeis é a melhor maneira de continuar a engordar os mais criminosos.
Bater nos mais frágeis é a melhor maneira de continuar a engordar os mais criminosos.
As burlas são cada vez mais criativas e realistas, com recurso à Inteligência Artificial e a programas que espiam a nossa vida digital. “Ninguém pode dizer que não vai cair”, avisa o diretor do Combate ao Cibercrime da PJ. A intrusão dos burlões não é nos sistemas: é na nossa cabeça. Conheça casos reais com os principais crimes e aprenda a identificar os riscos.
Luís Montenegro abraçou as teses dos que defendem que o Ministério Público conspira com jornalistas para derrubar o poder político.
O antigo treinador do Benfica, que morreu em agosto de 2024, deixou em livro muitas histórias da sua carreira, que envolveram grandes figuras do futebol, de Eusébio a Maradona, de José Mourinho a Hulk. Sven-Göran Eriksson pediu para ser recordado como "uma pessoa honesta e uma boa pessoa".
É cedo para saber se Gouveia e Melo é habilidoso, ou apenas tanso. O risco é só virmos a descobrir quando estiver em funções.
Resta perceber se, na próxima legislatura, será possível alcançar os consensos necessários nos pontos em que existe convergência, nomeadamente na valorização das carreiras na justiça, no reforço dos meios de investigação e na adoção de novas ferramentas que permitam garantir uma justiça mais eficaz.
Esta obrigação de reporte consta de uma alteração ao código do IRS, introduzida pela lei do Orçamento do Estado para 2024.
A guerra fratricida dos juízes, os pormenores incríveis dos processos disciplinares, as jogadas de bastidores de magistrados, advogados e jornalistas, as escutas e queixas de corrupção, tudo isto e muito mais ficou registado em documentos e na memória de testemunhas privilegiadas. Entre 2015 e 2022, o Tribunal Central foi o mais influente e polémico do País.
Cumpre-se hoje, 21 de novembro, uma década que o ex-primeiro ministro foi detido. Acusado de corrupção, ainda não foi julgado. Recordamos os 10 momentos mais importantes da Operação Marquês.
A nova vida dedicada ao ensino, as pessoas a quem recusa apertar a mão e o BCP: “A ferida que não cicatriza.” O antigo administrador do banco fala de Jardim Gonçalves, dos processos e das guerras que enfrentou.
É óbvio que um processo com estas características – transnacionalidade gigantesca do suposto corruptor ativo, ocultação do rasto do dinheiro e do beneficiário, offshores e investimentos em cascata – caminha para o arquivamento.
O debate a oito começou morno, mas aqueceu quando se falou das famílias políticas na Europa, das migrações e da guerra na Ucrânia. Marta Temido repreendeu Sebastião Bugalho por ter dito que vinda de Zelensky a Portugal era "dia de festa".
Para tentar concretizar os negócios envolveu o então CEO do Banco Carregosa, um alto quadro do BES e Miguel Relvas. A investigação da PJ terminou no fim de 2022, mas o MP adiou o fim do caso porque mandou transcrever de forma integral mais de mil escutas telefónicas. O caso arrasta-se há 10 anos, mas recentemente Veiga conseguiu que um juiz de Cabo Verde lhe libertasse cerca de €60 milhões que estavam apreendidos a pedido das autoridades portuguesas. Depois, tentou transferir quase €37 milhões – e nasceu um novo processo.
Existe, portanto, uma consciência coletiva de que, em Portugal, há grandes desigualdades, perpetuadas pelo berço onde se nasce e que será função do estado intervir para combater o problema.
"Bandalheira", "dão-se bem com assassinos", "estão ao lado de agressores de mulheres" e "quer pôr medo às pessoas" foram algumas das picardias de um debate acalorado e ao ataque, que opôs BE e Chega.
Mariana Mortágua, apresentou o programa eleitoral com que o partido vai às eleições legislativas antecipadas de 10 de março, um "programa de Governo para garantir uma vida boa a toda a gente que vive em Portugal" e que pretende "fazer o que nunca foi feito".