Antigo primeiro-ministro grego Alexis Tsipras vai lançar novo partido
Tendo em vista as eleições previstas para o próximo ano.
Tendo em vista as eleições previstas para o próximo ano.
Primeiro as más notícias: na terça‑feira, as taxas de juro da dívida a cinco anos chegaram aos 9,02% e o País ficou apenas um nível acima de “lixo”, depois de a agência Standard & Poor’s ter voltado a baixar o rating. Agora as péssimas notícias: nos próximos anos, a sua vida será ainda pior. Para saber o que deve esperar, a SÁBADO preparou um dossiê especial onde lhe conta o que vai mudar em Portugal, o que aconteceu na Grécia e na Irlanda com a entrada do FMI e o que pretendem fazer PS e PSD se ganharem as eleições.
Para Gouveia e Melo, "ninguém pode dizer que só quer uma data ou que acha que uma data é mais importante do que a outra".
Entre chamadas, conversas de WhatsApp e reuniões, os mecanismos de entendimentos entre o PSD e o Chega têm sido criados. Hugo Soares é pivô, Abreu Amorim negoceia (e conhece Pacheco de Amorim do MIRN e CDS) e Montenegro formaliza.
O Governo de Mitsotakis foi acusado de uma gestão desastrosa do acidente que chocou todo o país, apesar de o primeiro-ministro ter garantido que "nunca houve uma ordem para ocultar" responsabilidades políticas.
Menos Pacto Ecológico, menos imigração, mais direita, vários descalabros com consequências, Moscovo feliz, e uns quantos casos caricatos: até dois presos foram eleitos.
Ordem dos partidos mantém-se inalterada, mas extrema-direita e direita radical saem reforçados. Resultados já levaram a eleições antecipadas em França.
A pergunta que deve ser feita, e acreditamos que possa ser a de dez milhões de eleitores, é: o velho sistema político vai conseguir reformar-se por "dentro" ou vai arriscar-se a ser reformado por "fora"?
Nas legislativas de domingo foram eleitos nove deputados abaixo dos 30 anos. Do lado oposto, os mais velhos têm mais de 70 anos.
É o primeiro país de maioria cristã ortodoxa que dá aos casais de pessoas do mesmo sexo o direito a casar e a adotar crianças.
José Pacheco admite reeditar acordo com PSD nas eleições, algo que Ventura não quer. Antes de ser deputado regional, foi do CDS, vendeu carros em segunda mão, cantou bastante (e muito mais).
Cresceu entre a elite do Estado Novo, em Coimbra furava greves estudantis, durante a tropa “cancelou” o 25 de Abril no Faial e escapou a um mandado de captura do COPCON. Em democracia, foi braço-direito de líderes centristas. Hoje é deputado do Chega.
O dirigente da Nova Democracia foi primeiro-ministro de 2019 até ao final de maio deste ano e deve voltar a ocupar o cargo de chefe do governo helénico.
O líder de um partido da oposição e um jornalista de investigação vigiados através de telemóveis infetados serão só a ponta do iceberg. O governo tremeu.
O eurodeputado tem pelo menos dois rivais. E ainda podem aparecer mais no Congresso que a 2 e 3 de abril vai decidir a liderança do partido.
Nuno Correia da Silva é vogal da Comissão Política Nacional, ex-vereador na Câmara de Lisboa e foi deputado na VII legislatura, quando Manuel Monteiro liderava o CDS.